00:00
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00:59
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01:17
Obrigado.
01:40
não só falar só de um peço de Napoleão não da coisa forse mais óbvia, que é o arte militar de Napoleão, Napoleão é general, Napoleão é um homem de guerra eu falar justamente de Napoleão é político e de Napoleão é simbolo político de Napoleão é odiado e amado, celebrado como um herói ou detestado como um criminado aos seus tempos e aos seus tempos até hoje
02:10
Comincerai da uma data precisa, 13 de outubro 1806.
02:16
Napoleão é a Iena, em Turinja. Napoleão é em guerra contra a Prussia, essa guerra é apenas começada. O 13 de outubro de 1806, Napoleão é a Iena, que é uma cidadã tedesca de província, uma antiga cidadã universitária, uma placida cidadã de província, mas naquele momento uma cidadã em preda ao caos e ao panico, porque as trupe prussias, em retirada, davante à avançada inimiga, tinham apenas evacuado Iena. As primeiras colunas da grande armada estão entrando com Napoleão em testa.
02:50
A cidade é lá, a bruxa.
02:52
Napoleão, aquele dia, atravessa a cidade de Iena e vai a bivacar com seus soldados um pouco em lá, no campo de batalha, onde amanhecerá o esercito prussiano, aquela que nós conhecemos como a Batalha de Iena. O 13 de outubro, a folla é fora das casas e olha passando as colonneas franceses e o imperador em mezzo a eles. Fra toda aquela gente atonita e também um pouco espaventada, tem um tizinho que Napoleão não tem sentido nominado, mas nós sim.
03:26
Se chamava Georg Wilhelm Friedrich Hegel.
03:30
E aveva 36 anos Hegel, um ou menos de Napoleão.
03:35
Naquele momento, ele estava apenas terminando de escrever a fenomenologia do espírito.
03:40
Hegel, então, é ali pela estrada, olha passarei franceses, vê passarei Napoleão.
03:46
E depois escreve a um amigo uma letra que vem sempre citada, até se em modo leggermente impreciso. Escreve uma letra a um amigo em que ele diz, hoje eu visto o espírito do mundo a cavalo. Na verdade, a citação precisa seria assim. O imperador.
04:08
Esta anima do mundo, Weltseele, l'ho visto cavalcare através da cidade para andar em reconhecimento. Na verdade, sempre Hegel, é uma sensação maravilhosa ver um tal individuo que aqui, concentrado em um ponto, seduto em um cavalo, se irradia no mundo e o domina.
04:35
Hegel, naturalmente, a seconda de como se era ensinado ao liceo, nós rischamos talvez de ver ele como um ideologo do Estado totalitario, como dizer, o predecessório de tantas dittaturas, ou pelo menos um ideologo da monarquia prussiana. Hegel era também o homem que, ainda da velho, o 14 de julho, brindava em honra da presa da Bastigna.
05:02
E aquele dia, o que ele vê passando nas estradas de Iena, a cavalo, é a revolução, certo, é a revolução francesa, mas é também a história.
05:14
Sabete que Hegel, como dizer, tem esse desejo de poder ver a realidade em modo unitario, em modo assoluto, e de poder coisar um fim unitario da história, e acredita em que um homem a cavalo.
05:30
O mesmo homem que, poucos anos depois, os compatriotos de Hegel odiavam como um tirano e cacerem via, a força, da Germania.
05:42
Da quando é espontado no palco-scenico da história, até hoje, Napoleão não tem mais de suscitar passioni. Dico, até hoje é a razão vedada.
05:53
Vá bem, 2 novembro de 2018. E...
05:59
No novembro do 2018, me é capitado de falar de Napoleão a Padova e de receber, um dia antes, a seguinte e-mail, firmada por um grupo de cidadãos padovais.
06:11
Bom dia, senhor professor, nós temos aprendido da Iquotidiani que tratará o argumento Napoleão, sempre apresentado a escola como eroe, e pouquíssimo dos malos fatos.
06:24
Por exemplo, ela sabe o que fez a nós veneno, filhos da Sereníssima. A invasão a tradição, enquanto era a potência mundial, neutrais.
06:36
A massacrar, deportar, segundo só aos ebreus.
06:41
Além de trafugar imensas obras de arte unidas ao mundo e altrettante distrutas, Unica roba salvada, a pala de San Marco, só porque, sendo ignorante, l'ha deixada ao seu posto, credendo que não fosse de valore.
07:01
Vocês sentem o mesmo, não são as campanhas?
07:05
Então, Napoleão é odiado e amado, mas é odiado e amado, então como hoje, em modo transversal e por motivos contraditórios.
07:18
Porque Napoleão...
07:21
Napoleão, por muitos, encarnou a revolução francesa. E isso significa que, por muitos, encarnava a liberdade, a igualdade, a laicidade, a república. E muitos l'hão amado por isso, e muitos l'hão odiado por isso, como o símbolo do espírito da revolução. Mas Napoleão, por muitos, é o homem que a assustar a revolução, que a tradição. E muitos l'hão odiado por ter, após, após o fim, a revolução.
07:52
Ou os seus tempos l'hão apreciado, por isso, como o homem de ordem, de ordem que torna.
08:02
Não é que a sua biografia te ajudou a entender se haviam razão os uns ou outros.
08:07
A sua biografia é aquela de um homem que atravessa tempos difíceis e que teve uma evolução sbalorítiva no ar da sua existência.
08:18
E não é nem mesmo vissado tanto ao longo, era mais jovem de mim agora, quando é morto. mas foi feito em tempo de ser revolucionário e revolucionário do sério, do partido de Robespierre e, em termos de ouro, quando na estada do 94 Robespierre era morto e morto, e muitos terminam em galera e à ghilhotina, Bonaparte, não se chama para a gente, não é ainda Napoleão, é ainda um oficial, Bonaparte, E ele não impedirá, 10 anos depois, de encoronar-se imperatório.
08:52
O homem que, no 94, depois da caduta de Robespierre, terminou em galera porque é um pericoloso estremista e, 10 anos depois, é diventado imperatório e consacrado em Notre-Dame, Encarna, evidentemente, um percorso bastante contraditório. A ele importava pouco, porque era um pragmático, não era um fanático, não era um ideólogo, anzi, no vocabulário de Napoleão, ideólogo é uma palavra.
09:38
Proprio no 1806, em Germania, falando com um político tedesco, ele dirá Voi altri ideologi agite segundo sistemas preordinados. Eu sou um homem pratico. Afferro os eventos e os pingo lontano fin onde possam chegar.
10:00
Isso provavelmente é um resultado do fato de que é um homem de guerra e que fazendo a guerra a imparado isso, que a guerra não se faz com os sistemas. Citação, guai a aquele generale que escende o campo armado de um sistema. E também a planificação não precisa exagerar, ser prontos a tudo, sim, ter todos os elementos, sim, mas fazer pânio rigido não vai bem. Napoleão arriverá também a dizer que não se pode ficar a planificar uma campanha, nem uma batalha. A gente fala de pânio de batalha, mas quando alguém pergunta a Napoleão como é que ele concepisse, como se faz a concepire um plano de batalha?
10:37
Napoleão responde, se começa e depois se vê.
10:44
Agora, este homem pragmático acchiappa os eventos e começa a empolgar na direção que ele quer, quando, depois da campanha de Itália, carico de glória, conhecido, famoso em toda a França, se rende conto que os franceses começam a ser estancos da Revolução, não de tudo, mas do desordine, dos continuos rivolgimentos, dos litigios, dos politicantes, da ghigliotina.
11:14
Napoleão ragiona sobre isso e intui que a solução que os franceses realmente desideram é o homem forte, com a espalha um esercito e com a glória da vitória.
11:26
Queste coisas Napoleão lhe medita por dois ou três anos. Campania d'Italia, 1996-1997. Depois tem o Egito. E depois, na final do 1999, o colpo de Estado que o levará ao poder. Em que dois ou três anos Napoleão spesso reflete e fala de como a França precisa de uma svolta.
11:45
A França precisa de um capo que se seja reso illustre por a glória e não por teoria de governo, frases, discorsos de ideologia, de quais os franceses não entendem nada. Por um ano matura, mas poucos anos, e finalmente, no 18 brumaio de 1799, os fratelos Bonaparte fazem o colpo de Estado.
12:10
Dico i fratelho Bonaparte porque Napoleão não é só em aquela ocasião. Acanto a ele tem Luciano, que é o mais dotado dos seus fratelhos. E não a caso é o que depois vai imaginado, porque rischia de fazer ombro. Mas em 1799 vão ainda avançar. Napoleão é o general jovem e famosíssimo. E Luciano é o politico abido, presidente do Parlamento, direi nós, do Conselho dos Cinquecentos. E insieme Luciano e Napoleone organizam aquela nottada em que os granatieri entram com as baionetas em cana na sala do Conselho dos Cinquecentos e o desperdão e Napoleone diventa primeiro consul.
12:52
Quase toda a opinião pública é contenta em França.
12:58
Não que vogliono renunciar às conquistas da revolução, mas vogliono renunciar às incomodidades da revolução. E a propaganda de Napoleão insiste. É isso que vocês vão ter no primeiro consul.
13:11
Outra citação da um discorso de um homem de Napoleão.
13:14
A república, a liberdade e a igualdade, a segurança e a liberdade das pessoas e das propriedades.
13:23
A liberdade de stampa, de comercio e de industria, a redução das despesas e a diminuição das impostas.
13:30
Caso alguém se estupisse que 220 anos atrás os políticos prometem a diminuição das impostas, é tudo.
13:44
Mas basta com a revolução.
13:46
Basta com a revolução na medida em que a revolução quer dizer a anarquia e a ghigliotina. Aqui, já durante a campanha de Itália, rivolgendosi ao Congresso Cispadano, então aos politicos italianos do momento, aos revolucionários italianos, Napoleão diz que o Itália vai ter a liberdade, mas sem a revolução e os seus criminos.
14:11
Então já no gennaio de 1997, o comandante da Arme d'Itália pode dizer em público que a revolução e os seus criminos.
14:20
Quer dizer que a revolução, na final, é stata errada?
14:23
No! Portanto, Napoleão também diz que sim, mas não é um profundo, não é um sistematico, é um que fala muito.
14:34
Os políticos que falam muito falam, que dizem, a primeira coisa que nos salta em mente. Napoleão, uma vez, se trova a passear à Hermenonville, onde é sepulto Rousseau, e Rousseau é considerado um dos ispiradores da revolução, e a Napoleão escapa de dizer, davanti à tomba de Rousseau, mas... Sarebbe stato melhor, pela tranquilidade da França, que ele não fosse mais existido. É ele que prepara a revolução francesa.
15:02
Quem é com ele? Scusa, é um mal a revolução francesa.
15:07
E Napoleão, primeiro consul, em que momento, diz, mas...
15:12
Não sei, forse... L'avenir não dirá, forse pela tranquilidade do mundo seria melhor que Rousseau não fosse mais existido e nem eu.
15:23
É uma vanteria qualquer, é um lampo de consciência, é a primeira coisa que passa pela testa. Mas o ponto é que tem essa grande ambiguidade.
15:32
Não se sabe mais o que era de bom e o que era de catedrinho na Revolução. E se prevaleva o bom ou se prevaleva o catedrinho. E Napoleão é o homem que deve guidar essa transição.
15:44
Ele quer ser o homem que encarna a unidade da França.
15:49
Se a Revolução teve uma coisa cattiva é o fato de que a divisão a França, a divisão em partidos, com partidos ao poder que guigliotinavam os adversários. Isso não vai mais bem. Devam cumprir todas as divisões. E quem pode encarnar toda a França é apenas Napoleão, boa parte, porque é caro de glória. E essa glória é de todos.
16:13
Quando Napoleão, Bonaparte anzi, quando Bonaparte torna dall'Italia nel 97, siamo quindi prima del colpo di stato di Brumaio, governa ancora il direttorio, que potrebbe da un giorno all'altro decidir di far tagliare la testa a questo giovane generale se diventa un po' scomodo.
16:29
A Festa do Continente está de volta à Lisboa. Agora com a Festa na Praça. Dia 12 de Setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o Continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o Chef Chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente. A Festa do Continente está de volta à Lisboa. Agora com a Festa na Praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o Continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa.
17:01
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17:29
E bem, já em aquele momento, Talleyrand, um dos homens mais astutos do seu tempo, lhe diz.
17:38
Todos os franceses têm vindo com Bonaparte, então a sua glória é a propriedade de todos. Não tem repubblicano que não possa reivindicar uma parte.
17:50
Mas qual é o ponto? Os franceses acertam o corpo de estado dos fratelos Bonaparte, acertam Bonaparte primeiro consul, depois consul a vida, depois imperador, Porque vêem ele a garantia do fato que o pecado da revolução é terminado, as conquistas são terminadas, mas a anarquia é terminada, as guerras são terminadas, ele nos dará a paz.
18:14
Mas o homem que deve dar a paz é um general. E os seus títulos, para ser na testa da França, consistem exclusivamente na glória ganhada nos campos de batalha. E ele foi o protagonista, não de uma guerra difensiva, mas da guerra revolucionária, da guerra de Robespierre, da guerra total para exportar a revolução com as baionetas. Isso foi o Bonaparte. E agora ele prende o poder em França para venire incontro à opinião pública que deseja, mais de tudo, que as guerras terminam.
18:49
Ele promete.
18:53
Mas é um militar e o seu poder se regge nas baionetas. Esta coisa Napoleão dizia então, sem esconderia, e continua sempre a dizer.
19:06
Dizia em Itália no 97, quando criou a República Cisalpina.
19:11
É o soldado que funda as repúblicas, e é o soldado que as conserva.
19:17
Outra grande frase de Napoleão, eu falo muito com as palavras de Napoleão e, ocasionalmente, de aqueles que l'hão conhecido, que me parecem sempre o melhor para provar a girar intorno a um personagem e a entender algo.
19:30
Outra citação de Napoleão, a revolução é uma ideia que encontrou de baionete e Brumaio é um colpo de Estado militar.
19:43
Certo, também os militares gostam de fim à anarquia, gostam de fim à ghigliotina, gostam de fim a um regime em que os políticos sejam, os militares sejam amassados e depois os políticos decidem a carreira e a vida dos militares a piacê-lo.
20:02
Isto o escreve de novo, da Itália, no 97, não se pode dizer que Bonaparte tenha nascosto a sua linha, não se pode dizer que ela tenha nascosto. No 97, da Itália, escreveu a París. O tempo em que os vilos avocados e os miseráveis pettegolos faziam grigliottinarem os soldados é passado. E se li costringete, os soldados de Itália arriverão até a París com o seu general.
20:36
Insomma, Brumaio é a marcia sobre París, é a realização indiferente da marcia sobre París. E a nós, obviamente, faz a mente uma outra marcia.
20:48
Mas ele da marcia sobre Roma não sabia nada. A ele vem em mente Giulio Cesare, que passa em Rubicone.
20:54
E no memorial de Santelena... fará próprio este paragone. No memorial de Sant'Elena, Napoleão... No memorial de Sant'Elena, a mente, espudoradamente, quando raconta os fatos, guai a creder-lhe. Mas, no entanto, se deixa esfugir aquilo que pensa davvero.
21:11
E quando evoca o colpo de estado de Brumaio, Napoleão, a Sant'Elena, parte da Cesare, que passou o Rubicone, e depois diz, sim, mas, que não é ainda... Cesare era um político de altíssimo nível...
21:26
mas que é um simples cidadão, ele cuo nome três meses antes era desconocido a todos e que não havia da sua parte se não algumas vitorias, a sua fama e a consciência do seu genio.
21:43
Osasse projetar de impugnar da só os destinos de 30 milhões de homens
21:52
de salvarli dai disastri esternos, etc., etc., etc., senza spargere uma goccia de sangue.
22:00
É Napoleão que está racontando o seu colpo de Estado. É, sem discussão, uma empresa gigantesca e sublime, a qual se cercaria em vano um parágono nas cronas humanas.
22:14
Insomma, é o prototipo de todos os golpistas, com a ideia de fazer golpe contra os políticos e com o povo que está com ele.
22:23
Obrigado.
22:37
Dizemos que a opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele. A opinião pública está com ele.
22:59
Muitos são os adversários de Napoleão e, naturalmente, muitos são aqueles que deixam a França quando começa a sua dittatura. Uma dessas é Madame de Stal, que será sempre feroce e nemica de Napoleão e que, racontando como era, segundo ela, a França em que Napoleão prende o poder, diz, Madame de Stal, que nem então o amavam, mas o preferavam. Ele se é sempre offerto em concorrença com outra paura, para fazer acertar a sua potência como um mal menor.
23:38
E dunque, e dunque o Consulado e depois o Impero prometem aos franceses de salvaguardar as conquistas da revolução, mas sem exagerar, que são sempre dentro do ângulo, podem sempre voltar se não fosse um homem forte que garantisse. Os franceses são espaventados, davvero, não havam bastante, e então vai bem assim. O terror é terminado.
24:02
Não é só terminado, mas é realmente repudiado. Por exemplo, Napoleão abolisce a festa do 21 gennaio. O 21 gennaio é o aniversário da execução de Luís XVI. Ora, vai bem a grigliottenar o re, mas festejar o aniversário não está mais bem.
24:23
Napoleão mette fim às perseguições contra os nobili do antigo regime, anzi, ele recupera, ele invita a entrar no esercito, na administração, mette fim às perseguições contra a chiesa, faz concordação, os paralelos, como você vê, se espregam. Mas, naturalmente, basta com as perseguições contra a Chiesa, retorna a religião, as processões, as mesmas, mas permaneceram as iguais também para quem não é cattolico, as iguais para os protestantes, as iguais para os ebrei.
24:54
Remina as iguais aos cidadãos davanti à lei. Isso Napoleão lhe promessa e mantém.
25:03
De fato, essencialmente, o limite do seu regime é que é uma tirania personale em que ele pode fazer tudo o que ele quer e, davanti a ele, todos são davvero iguais.
25:13
A promessa o controle das finanças públicas, a trasparença e, em grande parte, o mantém.
25:20
A promessa, e muitos franceses o escoltam, a assoluta defesa da propriedade privada e a propriedade privada vem difesa rigidamente. Viene introdotto o novo codice e no novo codice, os principios de fundo são a salvaguardia da propriedade. E o eguaglianza davanti à lei. Certo, o codice o fanno os juristas, mas se era um sbaglio, pensava que Napoleão havia delegado e não se interessasse mais tanto de essas coisas.
25:51
É stato feito o conto. A commissione que a redação o codice Napoleão se é reunida 102 vezes. Su 102 sedute, Napoleão ne é presidida 57. Era quase sempre lì.
26:06
E do Código de Napoleão e da sua reforma estão os tribunais com a lei igual para todos e com a juíria popular, mas também um penado mais pesante, a pena de morte mais diffusa de antes.
26:21
A defesa da propriedade, afidada a pene pesante e a condão de morte. Aqui, por um pouco de statistica, normalmente, sob o Napoleão, se empicna, se empicna, se empicna, se empicna mais gente que não sob o antigo regime.
26:36
E depois, o que ele deu Napoleão?
26:38
O que ele deu a França e a Europa?
26:41
A centralização administrativa.
26:43
Administração, organização, balzac, organizar, se chama modo l'empire, organizar é uma palavra de impero.
26:55
L'ideale de uma pirâmide com um vertice que transmete ordens e um sistema perfeito que faz chegarem os ordens até o último villário. Na época, a grande escoperta científica de moda é a eletricidade. É essa coisa da eletricidade que se transmete em um minuto. Este é o modo em que Napoleão sogna a sua máquina amnistrativa. Uma máquina amnistrativa que deve permitir ao governo saber tudo. L'epoca de Napoleão, l'epoca do Impero e também l'epoca das inchiestas continuas.
27:27
Todo o aparato de governo deslocado no território, do sottoprefeito da última cidadania até ao governador de grandes territórios, devem todos redigir os rapportos continuamente, mandar informações sobre tudo.
27:43
Napoleão, nas suas instruções aos funcionários deslocados no território, é claríssimo.
27:49
Mandar detalhes, muitos detalhes.
27:53
Precisamos recolher informações sobre qualquer coisa.
27:55
Quante galile ci são no seu departamento? E qual são as 100 famílias mais ricas da sua cidade? Quantos laureates ci são da vocês? Quantos medicos? E assim, e assim, e assim, e assim. Os prefeitos corram, se afaticam, se afanam a recolher informações e a mandar elas ao centro. E depois ao centro começam a produzir grandes publicações. L'Atlante Amministrativo do Impero Francese.
28:23
Pai, naturalmente, isso significa também conhecer a opinião pública. Ancora Napoleão, a opinião pública é o termômetro que o monarca deve consultar continuamente. Deve ser em sintonia, deve saber o que pensa a gente.
28:40
A gente, então, conta.
28:47
A gente, na verdade, conta.
28:49
A Revolução Francesa criou a República, e criou um slogan.
28:54
Liberté, égalité, fraternité.
28:58
Agora, vamos lá estar na fraternité, que não me parece que não tenha mais commosso ninguém mais de tanto e de quem não se fala mais. Mas liberte e égalite continuam a ser os slogan que se batte e ribatte.
29:13
E a loro modo são realizados. Salvo que são diventadas a mesma coisa.
29:18
A liberte e a égalite vogliono dizer a mesma coisa, no senso que cada francês é igual ao outro, davanti ao Estado e ao seu poder. C'está o Estado de direito, os judici seguem a lei, e davanti à lei todos são iguales. C'está libertad dagli abusos.
29:37
A liberdade das discriminações, os ebrei, os protestantes, terminam ali.
29:44
A liberdade política não existe, niente partidos.
29:47
Libera discussão até um certo ponto, a polícia escolta e abre as letras. Liberdade de stampa nem a falar, mas não pode publicar um artigo sem as leveline do ministério, se você não seca o jornal, imediatamente.
30:01
Dirito de show, mas não, naturalmente, porque os empreendedores e a burguesia são uma das colunas do regime.
30:08
E então é dispotismo, sim, mas é, segundo Napoleone, o que o povo quer e o que o imperador, o sovrano deve dar ao povo, porque a sovranidade é popular, é um princípio giusto. Napoleone o diz e o repete.
30:29
Sovranidade é do povo.
30:31
E o primeiro dovere do princípio é, sem dúvida, de fazer o que quer o povo. Mas o povo não sabe quase mais o que quer.
30:42
E, de consequência, o princípio deve interpretar a vontade do povo.
30:50
Como interpreta, em princípio, a vontade do povo.
30:53
A grande invenção da época da Revolução e do Impero é a modalidade que, em grande parte do 1800, a modalidade dominante, o plebiscito.
31:05
O plebiscito é uma coisa maravilhosa, nós o temos conhecido ao tempo da Unidade de Itália, por exemplo, em todas as regiões, via via, anesse ao reino de Savoia, se tenevam plebisciti, como em que, por exemplo, em Savoia ou Anizza, quando, em vez, foram cedidos à França de Napoleão III.
31:24
O plebiscito é a grande... Modalidade com que o 800 tem insieme duas coisas.
31:31
A sovranidade é do povo. E o povo deve ser envolvido e feito votar.
31:38
Mas, como o povo não sabe bem o que ele quer, é necessário que as coisas possam controlar.
31:46
L'Ebiscito funciona assim. Todos votam. Todos, naturalmente, como podem entender eles, os masquistas, os maggiorems. Mas todos os analfabetos, também os analfabetos, os povos, não importa, todos.
32:00
Cada um homem nato e residente em França que tenha compiado 21 anos é um eleitore.
32:06
E os plebiscitos, sim, a participação não é enorme, quando vai mal são os 20% dos votantes, quando vai bem se aproxima ao 50%.
32:16
E ao povo se pergunta se você quer, quer Bonaparte, primeiro consul? O volete consul a vida? O volete imperador?
32:31
A festa do continente está de volta à Lisboa.
32:36
Agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã, na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o Chef Chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente A festa do continente está de volta a Lisboa Agora com a festa na praça Dia 12 de setembro a partir das 11 horas da manhã Na praça do comércio O continente dá palco a todos os gostos Com música da Marisa e Napa A melhor gastronomia com o chefe chacal E diversão para toda a família A entrada é livre Continente É de toda a gente Se inscreve é tudo
33:15
São os registros e todos os votos vêm transcritos. E depois os registros vêm mandados a París e ao Ministério do Interno. E depois o Ministério do Interno, depois de fazer disparar os registros nos seus sotterrâneos, comprena o quadro complessivo final do voto.
33:34
Aggiungindo, já que há, os votos do Esercito, centinaia de milhares de homens, que votam por aclamação.
33:42
E depois o Ministério do Interno publica os resultados, plebiscito do 1800 por o consulado a vida.
33:49
Ministro do Interno é ainda Luciano, o fratele.
33:53
3.600.000 sim, 8.000 no.
33:58
Como dirá um sustentador que ci crede e não está scherzando, é a democracia purgada dai próprios inconvenientes.
34:10
Toda essa coisa aconteceu por muito tempo.
34:16
Napoleão é bravo, em certos aspectos, a criar o consenso, menos em outros não entenderá, por exemplo, que essa coisa da paz aos franceses importa mais de qualquer outra coisa. Ele não pode entender.
34:28
Ele representa os franceses porque a sua glória é aquela de todos. E que os franceses ormai se são estufados pela glória, isso não conseguirá mais a entender. Mas em outras coisas é bravo a criar o consenso. Como se crea o consenso?
34:44
O consenso se crea fazendo capir a todos aqueles que têm alguma ambição que possam ser tirados dentro.
34:54
Napoleão é atentíssimo a saber que quem contou algo no país, aquelas famosas informações dos prefeitos, liste, continuamente liste, outros regimes fazem liste de proscrição, de que a mandar em lager. Napoleão se fazia continuamente liste das pessoas que contam e que, então, temos coccolagem. todos aqueles a quem pode ser oferecido um posto, um encarico, um emprego, uma carreira, porque servem obviamente essa gente, mas ao tempo stesso a nós servem ser sicuros que todos aqueles que têm ambições, venham tranquilizados, obtenham algo.
35:33
E então todos, a riqueza, certo, todos os ricos devem saber que o imperador os ama, os predilige, os favorizam e protege a riqueza.
35:46
Mas quem não é rico e, por favor, tem merito personal, também devem ser gratificados. E, então, sovvenções, pensiones, estipendi, medagas, catedra, carica, para os ciências, para os artistas, para os ingegneres, para os cartógrafos, importantíssimo também em guerra, para os pedagogistas.
36:08
Na verdade, legalidade é davante à lei, mas depois do ponto de vista político não tem legalidade.
36:12
São os notáveis, são aqueles que contam mais do que os outros. E isso é uma coisa reconhecida.
36:20
Você pode reconhecer porque os notáveis são uma coisa diversíssima dos nobili do antigo regime.
36:27
Nós não podemos e não podemos fundar a notabilidade sobre o privilégio de nascimento. Mas nós queremos e podemos fundá-la sobre a propriedade, o merito e a etapa. Depois que o merito, os intelectuais, os artistas, os cientistas, todos, gratificados em todos os modos.
36:51
Mas depois tem também a outra versão do merito, a mais amplia.
36:55
Não podem ser todos os cientistas, mas todos podem ser um oficiales.
37:00
O merito significa a carreira militar.
37:04
E Napoleone instancabilmente alimenta, como eu disse, isso se torcerá também contra ele, mas não de tudo, porque o esercito estará sempre com ele, alimenta a ideia que a França da revolução e do imperio é o país do merito, e que o merito quer dizer que quem tem o coragem de rischiar a pele combattendo sob o tricolore para o imperador, vai premiado.
37:33
Em parte é um mito alimentado por uma propaganda sistematica, os jornalistas, os bolletins uficiales.
37:41
Scriverá um que era um garoto sotto Napoleão, Alfredo de Vigny, um poeta, famoso poeta romântico.
37:49
Cosa significava ser um garoto sotto o impero? I maestri não deixavam de ler os bolletins da grande armada.
38:00
E a nossa grida de Viva o Imperatório interrompevam Tacito e Platone. A nossa estante de estudia asomigavam a caserme. A nossa recreação a manovre. E os nossos esame a parada.
38:15
Uma interna geração se fará, como dizer, prender da este mito. Foi depois um que era jovem então, Standal.
38:27
lembram os seus jovens protagonistas dos seus romanos, franceses e não só franceses, Fabrício, Fabrício del Dongo na Certosa de Parma, aqueles jovens que talvez não entendem nada, mas tem claro uma coisa, Napoleão é o seu herói. E todos os soldados vêm, como dizer, coccolados pela propaganda, mas não só pela propaganda, mas também com os fatos. Propaganda, uma frase que vocês têm sentido milha vezes. Cada soldado tem no zaino o bastão da maresciallo.
39:00
Pox, os soldados são milhões, os maresciallos são uma quindicina, então é claro que...
39:04
Mas é uma grandiosa trovação publicitária.
39:07
Outro motto de Napoleão, um capo é um venditório de esperanças.
39:14
E por isso, cada soldado deve acreditar que no seu zaino, possivelmente, tem o bastão da maresciallo.
39:21
Pai, maresciado, não diventi, mas oficiales, sim. Em esercito dos países que combateram contra Napoleão, não é que não exista um pouco de mobilidade social, porque tem sempre foi um pouco de mobilidade social. Também no Medioevo, também sob o antigo regime, pode acontecer que o filho de contadini diventava vescovo ou diventava generale, mas eram uma minoria. Nel esercito inglês, o que seconfigurou Napoleão a Waterloo, se é calculado que durante a guerra de Napoleão, que cerca de 10% dos oficiales são soldados que fizeram carreira, promossos dai ranchi.
40:00
É tanto o 10% por um país do antigo regime. Quer dizer que na Europa a mobilidade social era, mas é o 10%? Soto Napoleão...
40:09
I tre quarti de todos os uficiales que tinham servido sob ele, então o 75%, eram soldados simples que tinham feito carreira por merito.
40:21
E isso significa uma enorme quantidade de pessoas que depois vão à casa, em pensão, voltam ao seu país, à sua cidade, estão todo o dia no café a ler o jornal e a falar das grandes jornadas e a incenerir chiunque osi criticar o imperador.
40:38
E são, como dizer, coisas que funcionam. Os veterinários, os soldados simples, malados, malconci, desabos, os mantemos.
40:48
Creamos a París os invadidos, a posta, porque todos vêem que o imperador hospita em um grandioso palazzo os soldados que lhe hanno servido. Ci são as pensiones para as vedoves, para os orfãos de guerra. É um pequeno welfare de que não tem nada de simile em Europa àquela época.
41:05
E os oficiales são pagados bem.
41:08
Os uficiales são automaticamente notáveis. Ao país, o capitão em pensão, é um homem que conta algo.
41:16
A pensão, não só. A eles são reservados muitos empregos civis. São um monte de pequenos postos em província, pequenos empregos, o oficio postado, a tabacologia, tudo isso são reservado aos uficiales. E os uficiales são grátis ao seu imperador.
41:33
E essa é uma coisa, devo dizer, que fica perfino comica, porque esses uficiales rischiam a pele. Muitos moram, muitos moram feridos, mutilados, sbrechados, depois voltam a casa. E o seu ideal qual é?
41:48
Scrive um nobile savoiardo, de la noix, Victor Abedé de la noix, ex-uficial de sua mestreira de Sardegna, depois uficial de Napoleão.
41:58
É entusiasta. Pensateci.
42:01
Averem o direito de separtir quase a metade de todos os empregos civis. Depois um ato de tal generosidade, qual é o soldado ou o oficiale que não daria fino à última goccia do seu sangue para um sovrano magnânimo como não sejam mais existentes? Meu fratello Amedeo pediu uma revendida de tabacos no departamento do Monte Bianco. Mas vocês entendem? Esse é um nobile, oltretudo, savoiardo, mas esses uficiales, alguns provenientes da antiga nobilidade, todos caros da ideia da glória, todos arriscaram a pele, por quê?
42:38
Por ter uma tabacaria quando estão em pensione.
42:41
Mas, como a tabacaria ou o oficio postal o recebem, constituem uma rede de fedelíssimos, esfegatados.
42:51
E quando Napoleão cadará e tornerão os Borboni, e tornerá a ser um esercito onde os veterani que vêm do baixo têm um pouco menos possibilidade de fazer carreira, e bem, a gente começa a murmurar.
43:05
E os velhos soldados, os velhos uficiales dirão, vejam, não tem mais ele, e o povo não tem mais direito. É tornado o re e os filhos do povo serão soldados e não poderão mais serão oficiales.
43:21
E esse é um panflete anônimo, 1820, um de aqueles panflete que circulam por França do re.
43:28
E o avvertono que cê é malcontento, está atento, lhe dicono. Em França não cê um villário onde não se é nato um general, ou um colonel, ou um capitão. Todos os filhos de contadinhos, de artigãos, agora são ali em pensão e o povo vê o que o imperador voleva dizer.
43:48
E que com o rei, as coisas não vão mais assim.
43:54
Tudo isso matura nos primeiros anos do novo século, entre Napoleão, consul a vida, e Napoleão, coronado imperador, no 1804.
44:05
L'incoronação imperador é, obviamente, uma tapa extremamente significativa, e também esta vai, como dizer, um pouco decodificada.
44:14
Da um lado, é a coisa que mostra com mais evidencia, aos olhos de muitos, que a revolução é morta.
44:21
morta e sepulta.
44:22
Abbiamo de novo um monarca incoronado, trono, scettri, divise, galloni, cortigiani.
44:29
Napoleão, mas, na verdade, tenta o colpo de ter o pé em duas staffe e de fazer em modo que essa sua incoronação imperiale não seja percepida como uma restauração.
44:43
É muito importante o fato de ser imperado.
44:48
A nós hoje pode fugir essa coisa.
44:51
Mas, na verdade, são dentro um sacco de significados. Os franceses têm tagliado a testa ao re.
44:57
E não gostariam mais um outro re. Hão a república e são afetados à república. Mas são dispostos a ter um homem que, só, governa a república. Esse homem não poderia jamais dizer, agora eu me encoronerá ao re.
45:15
Napoleão.
45:17
Não se pode ser re de uma república, mas se pode ser imperador de uma república.
45:25
E a coronação imperiale vem preparada attentamente, a polícia funciona bem, tem Fouché à sua testa, e então tem toda uma regia por que os prefeitos, os notáveis nos departamentos, recebem essas informações. Se jamais o primeiro consul dovesse, no interesse da França, decidir de assumir o título de imperador dos franceses, porque é um sovrano do povo, não é o sovrano da França, mas dos franceses,
45:54
Se jamais o primeiro consul dovesse fazer este passo, a gente o que pensaria? A opinião pública o que pensaria? E a opinião pública vem pianamente alimentada.
46:05
Ci são toda uma série de organismos eletidos, não com o plebiscito, não votam todos, mas muitos votam, se votam regolarmente, se eleggono deputados regionales, provinciales, e todas essas assembleias são invitas a exprimir.
46:20
E, havendo capito l'aria que tira, se esprimono, fazendo votos que o primeiro consul soddisfi o desejo dos franceses de ter na sua testa um imperador.
46:31
E os jornalistas mais acertos expliquem.
46:35
Aqui a revolução não é segura, tem sempre o risco que o re vai voltar. Se você quer que torne um padrão? Não, não o queremos.
46:45
Se não quer que torne um padrão, votate-se vocês, um capo, hereditario. O avrete escolhido vocês, e assim serão seguros que não tornerá o padrão. Em início pensa ancora a Cesare, mas também vêm em mente também outras ideias. Carlomagno, por exemplo.
47:06
É verdade, eu falo de Carlomagno, efetivamente, você tem razão. Carlomagno, certo.
47:14
É um outro que não era imperador, esse título não existia afato ao seu tempo e ele se lhe criou. Interessante. Napoleão é da ordem. Estudiate, como é sido feita a encrenagem de Carlomagno? E estudiando a coronação de Carlo Magno, se faz fazer a espada sobre o modelo de aquela que se pensava que havia havido Carlo Magno, se faz faz fazer uma corona como aquela que havia Carlo Magno, e aí vem o ponto mais dolente. Carlo Magno é estado coronado pelo Papa.
47:44
De per se, andaria também bem, porque, após, a revolução é terminada.
47:51
Carlo Magno é andado a Roma para se coronar pelo Papa.
47:55
Isso pode já andar um pouco menos bem.
47:57
E, sobretudo, resulta que a Roma, em São Pietro, o Papa lhe ha messo a corona em testa.
48:04
A festa do continente está de volta à Lisboa. Agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o Chef Chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente.
48:24
E aquele dia, Carlos Magno, diz o seu biógrafo e Ginardo, é usado da San Pietro de péssimo humor, dizendo que se saía que ia terminar assim, ele não seria venido à Mesa.
48:36
Era Natal.
48:37
Como mais? Porque o fato de que o Papa te mette a corona na cabeça, então, quem é o padrão de aquela corona? Sei o Papa que te a dá.
48:46
D'altra parte, mas, ter o Papa é uma boa coisa. Portanto, faremos pequenos mudanços respeito ao protocolo de Carlo Magno.
48:53
Primeiro pequeno mudançado, a coronação se faz a París.
48:57
Napoleão não se distorbe a dar ele a Roma, se distorberá o Papa, que virá a París. Depois que o Papa a París, o faremos seder ali, que o vedam todos.
49:07
Mas a corona, o imperador, se a mette em testa da só.
49:12
Que não sejam dúbis.
49:14
Que não sejam a ideia que aquela corona era em testa a algum outro. É sua.
49:19
Quando depois se encronerá também na Itália, lhe dirá ainda mais claramente. Dio me lha data, não o Papa.
49:26
Guai a chi la toca.
49:29
E allora? E allora agora os franceses, 1804, têm um imperador.
49:35
Mas não só os franceses. Carlos Magno não governava nem só a França, anzi, não era nem a França no seu tempo.
49:42
Carlos Magno governava a Europa.
49:45
Ecco que este novo título, de um lado, é muito prometente, mas, de outro, é até um pouco inquietante por que opinião pública que pensava que as guerras sejam terminadas.
49:55
E quanto ao fato da república, tem um bom dizer que se pode ser imperador de uma república, tem quem mugugna, mas ormai se mugugna a bassa voz, porque têm capido todos que convém adeguarsi.
50:09
Essa é uma citação inquietante de um ministro de Napoleão, Molê, que será ministro de Justiça nos últimos anos do Impero, e que, alguns anos depois, rievoca assim aquela fase. Da esse momento, ognuno, para fazer carreira, fez de não ter entendido ou de ser convido.
50:32
Deveu normal que ninguém falasse mais segundo a própria consciência. Os atei predicaram uma religião menzognera. Os cristianos se ficaram de ser filosofos.
50:45
Os republicanos falavam de monarquia. Os sostenidores da autoridade assoluta vantavam ideias liberais. As vítimas da revolução facevam profissão de imparcialidade. E os assassinos de Luís XVI lodavam as virtudes da vítima.
51:02
Agora a revolução é terminada. Sim.
51:07
Ou forse também não, porque esse imperio é um imperio de cartapesta, digamos, se regge, porque o esercito francês é capaz de conquistar toda a Europa, mas de por sê a cartapesta se vê, se vê que é tudo um pouco finto.
51:23
Fin ao momento da incoronação, Napoleão stesso lo sospetava, uma outra das suas massas é que é só um passo do sublime ao ridiculo.
51:33
E na cerimônia do sacro a Notre-Dame, que passo continuamente se rischia de fazer.
51:40
Imaginatelo, esta catedral é extravada de gente, extravada de parvenus. São todos os parvenus, os maresciallos do imperio, principios e duchos, porque Napoleão lhe é recoperto de esses títulos nobiliários, a criar por eles costumes sfarçosíssimos, pennacos, piume, oro, gallões, mas todos esses maresciallos são filhos de contadinhos, artigais, ripulidos, sergentos de cavalleria. E agora se agiram como se fossem de altas realidades, mas a gente o sabe.
52:12
A guardar eles se vê que eles escapar quase de riso.
52:14
E os primeiros deles são apenas Napoleão e seus irmãos, como revela o comentário que eles escapar com um outro dos seus irmãos, Giuseppe. Estamos subindo prima da cerimonia, estamos subindo prima da incoronação, são ali que estão todos rivestendo os mantelhos e os armelinhos e a Napoleão, falando com seu fratello, ele escapa de dizer se nosso padre ci vedesse.
52:41
Papá estava lá em Corsica a fazer o nubiluccio de provincia.
52:46
E que esse imperio seja de carta a pesta, demonstra também o fato que não se crede ninguém que seja um imperio hereditario. Agora tem ele, depois veremos. Tem um momento revelador e drammático durante a campanha de Russia. A coniça de Malé. Napoleão é longe. E da Russia chegam cative notícias. A questo ponto acontece a seguinte coisa. Tem um avançado ostinado de Napoleão, o general Malé, o velho Jacobino, o qual...
53:14
Ele era internado em hospedagem psiquiátrica. Porque, obviamente, é um que continua a estenar-se a ser contra.
53:21
Depois de que, o general Malé evade, trova uma divisa da generale, faz o giro das carceres fazendo liberar outros oppositores de Napoleão, anunciando que Napoleão é morto em Russia.
53:35
Ferma os soldados, entra no ministério, arresta vários ministros. Finalmente, depois, o ferramam, e o fucilam, a este ponto.
53:45
É durado uma jornada, o colpo de estado do general Malé, mas durante aquela jornada, os ministros que não foram foram arrestados, foram scappados, e o prefeito da Senna, a preparado, a preso contato para formar um governo de emergência repubblicano, porque a notícia era Napoleão é morto.
54:06
Nessuno é andado dall'imperatrice Maria Luisa e dal re de Roma, o filho bambinho de Napoleão, a dizer que o imperador é morto, viva o imperador. Hão dado todos por scontato que é morto Napoleão e que não é hereditario o imperador.
54:26
Infatti, é próprio Napoleão, devo dizer, depois da congiura de Malé, ele secaperá de dizer, é, mas esta coisa, o re é morto, viva o re, era uma coisa, era uma força da monarquia.
54:40
Falvamos da religião, do Papa que assiste à incronação em Notre-Dame, e que ormai vai bem, porque o Impero quer dizer também a reconciliação com a Chiesa, o Concordado. Também vocês entendem bem, quem é Napoleão? É aquele bastardo que destruiu a revolução laica e a lidar a França em mão à religião? Ou é o homem que colocou fim aos excessos e a lidar à Chiesa, à liberdade aos católicos? L'uno é o outro.
55:09
Certo que c'era, e c'era muitos que eram contra, os velhos revolucionários, muitos militares, para os quais a laicidade era um princípio inderogável, e que assistam com um sgomento crescente ao fato que, no, se torna. Já antes da encoronação, se encorona em Notre-Dame, Napoleão, mas porque Notre-Dame é stata reconsacrata. Durante a Revolução era stata invasada, devastada. Sabete que na faceta de Notre-Dame existem todas as estatues de re, que são os reis do Antigo Testamento, mas os revolucionários não faziam muitas diferenças.
55:42
Um re é um re, e aí o rei se faz? Se necapitam. E então eles tiraram todas as estatues da Notre-Dame, todas decapitate. Mas no 1802, auspicia o primeiro consul, Notre-Dame vem solenamente reconsacrata.
55:59
I militares borbottam. O general Delma uscendo da cerimonia.
56:06
Uma bella cappucinada. Mancavam só os cento mila homens que se foram fatos amazarem cercando de sofrir essa coisa. Por que Napoleão faz-se tornando a religião, faz-se acordar com a Chiesa Cattolica, estabiliza o episcopado e faz-se concordar com o Papa?
56:26
Segundo ele, porque a religião é uma das coisas que menos cerca de sofrir com a força, melhor é. Se ne vão da soles, essas coisas. Ele, pessoalmente, não se acredita nem um pouco. E quando o criticam para o concordado, ele explica. Mas não criticam. O concordado é o vacino para a religião.
56:48
Capite? O vacino é uma das grandes escoperas científicas da época. É para a sua geração. Tu inoculi um pouquinho do veleno... E guarisce da malatia. Perciam, permitamos que ci seja um pouco de religião. A gente se estuferá. Fra cinquenta anos será disparada da França. Napoleão é um filho do setecento. Completamente indiferente. Forse não ateo, no senso que é de moda no setecento creder vagamente a um Dio creatório. Que, mas não entra niente com as chiesas, com o clero, com os riti.
57:21
O que explica como uma vez Napoleão disse...
57:27
Se eu devia governar o Egito, não teria nenhum problema a fazer o maometano.
57:32
Eu não acredito na religião.
57:35
Mas a ideia de Deus...
57:37
Quem é que criou tudo? Pós, naturalmente, a religião é comoda. Mantém a paz social. Outra citação de Napoleão. A religião é o que impediu aos povos de assassinar os ricos.
57:52
E depois é uma coisa que a gente quer. E então lhe a damos.
57:57
Tornado da Egito, Napoleão dirá ao Consiglio de Estado, a minha política é de governar os homens como a maioridade quer ser governada.
58:08
Fazendo-me catedral, eu vim a guerra em Vandeia, ou a insurreção contra-rivoluzionária nos catedralos do departamento do Oeste da França.
58:19
Fazendo-me musulmano, eu me sou insediato em Egito.
58:23
Se governassem o povo ebraico, construiria o templo de Salomão. Fazendo-me musulmano, e bem sim, nós temos também a correspondência de Napoleão durante a campanha de Egito com as autoridades locales, com as autoridades religiosas locales.
58:41
Lettera de Napoleão allo Sheikko el-Messiri.
58:46
Espero que não tardará o momento em que poderei reunir todos os homens sagrados e instruídos do país e estabilir um regime fundado sobre os princípios do Corão, que são os solos veros e que só podem fazer a felicidade dos homens.
59:04
Era um bom politico, era capaz de dizer aquilo que a gente queria ouvir. Essa coisa do Corão, mas eu não acredito que seja só um scherzo,
59:12
A parte que um dos generais de Napoleão se é convertido ao islam em Egito, é o generais Melnú, eu conheço porque depois foi governador do Piemonte, mas também é um musulmano.
59:24
Mas também a Sant'Elena capirá ainda a Napoleão de escrever em uma letra.
59:32
as religiões são todas fundadas por milagros, coisas que não podemos entender, como a Trinidade, Jesus diz de ser filho de Deus, mas descende da Davide, preferindo a religião de Maometo, é menos ridícula da nossa.
59:50
Depois que, uma vez messe todas essas coisas, se capisce como mais os parroci e os vescovi divinam um dos pilastros do regime. E predican regularmente para explicar ao povo quanto é feliz, sob o governo sagrado, iluminado e cristiano.
60:09
Napoleão um pouco se excusa, um pouco pensa que vada bem assim.
60:13
Su algumas coisas o compromisso é forte. Porque a laicidade da escola, por exemplo, salta. A escola elementar é de novo, em parte, em mano aos paroci. Tanto que os paroci têm aceitado de explicar que o imperador é um grande duomo.
60:27
E então é bem que inseguem também os procedimentos da religião cattolica, que servem, após, para evitar que os povos se la prendam com os ricos.
60:37
Allora.
60:39
Estamos a bom ponto, mesmo que não para a fim, mas estamos a bom ponto.
60:43
Mas, capite? É difícil dizer o que era verdadeiro. Claro, ele era um espregiudicado estremo, um cinico estremo, mas encarnou coisas diferentes aos olhos de diversos setores da opinião pública. E é proprio aquele Napoleão, que na última coisa que eu disse, é evidente, como dizer, a restauração, o retorno indietro rispetto à revolução, em tante coisas, o despotismo, mas para os seus inimigos ele continua a encarnar a revolução.
61:17
E essa é outra bella contraddição.
61:20
Autunno 1805, é a primeira grande guerra de Napoleão Imperatório.
61:26
Quando Napoleão invade o Império Osburgico e atravessa o Austra com a grande armada diretta ao Austerlitz, uma nobilidona tedesca escreve em uma letra, são os tempos do Apocalipse, Robespierre a cavalo atravessa o Austra.
61:45
O fato do cavalo colpiva muito, como vocês viram.
61:48
Mas para Hegel era o espírito do mundo a cavalo, para essa senhora, que é um pouco menos, é Robespierre. É sempre Robespierre. Não importa que em França está tornando indietro o orológico. Para as classes dirigentes, para a nobilidade de toda a Europa, aquele homem ali é Robespierre. É a revolução.
62:08
E o é para o seu esercito. De novo, o esercito é uma coisa especial. O esercito permane sempre revolucionário e irá em batalha contra os austríacos, contra os prussianos, contra os russos, cantando canções jacobine, gritando que precisa vincere para impor a liberdade, para speçar as catenas, para liberar o universo. E eles se credem. E também os inimigos de Napoleão um pouco se credem a esse ponto.
62:38
por que ele será combateu ferocemente fino a ele. É um dos grandes equivoci da sua época. Os outros sovrãos não se confiam. Eles poderiam confiar bem.
62:48
Napoleão teria construído um imperio estabele, conservador, mas eles não se confiam, não conseguem acreditar. Dentro da máscara do imperador vêm sempre o tigno de Robespierre.
63:01
E é um fato que, fora da França, as baionetas dos franceses esportam a revolução.
63:10
Nós hoje esportamos a democracia.
63:12
Eles esportavam a revolução, a liberdade, a legalidade, a fraternidade e a civilização, a civilidade.
63:22
A civilidade é uma palavra francesa, naturalmente. Civilização é uma invenção da língua francesa recente, à época.
63:30
E a ideologia de Napoleão comporta também isso, que cê...
63:36
A festa do continente está de volta à Lisboa. Agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o chefe chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente.
64:03
é a nação que fez a revolução primeiro porque é mais corajosa e mais generosa das outras. É a grande nação.
64:10
E agora a grande nação, e a sua generosidade, porta a todos os outros povos de Europa os benefícios da revolução. Essa coisa Napoleone disseva já durante a campanha de Itália, quando era só o general Bonaparte, mas o jornal da Grande Armée proclamava já aos italianos Todos os passos da grande nação são contrassegnados por benefícios. Feliz o cidadão que faz parte.
64:42
E feliz também os forestieros que, vendo os nossos, podem dizer que são meus amigos, meus frateiros. Frateiros minoros, naturalmente. Porque os outros povos devem ser grátis à grande nação de todos os dons que elegeram. E assim Napoleão crerá um sistema em que mete no trono re e vice-re um pouco em toda a Alemanha e a Itália, mas quando alguém de eles pensa de governar de testa sua, ele faz subido que não é o caso.
65:16
E quando alguém de eles obieta que certas richiestas de Napoleão são contrárias ao interesse do seu povo, Luigi é diventado re de Holanda, Giuseppe é diventado re de Napoli, depois de Spada, E Eugenio Liborné, o nipote da parte de Moé de Amor, é diventado governador de Itália. E bem, vice-re d'Itália.
65:37
Cada vez tentamos defender certos interesses dos seus povos, que podem ser em contraste com a grande nação. Napoleão lhe chama subido à ordem. Ah, Eugenio, vice-rei d'Italia.
65:48
L'Italia é indipendente, é indipendente, só graças à França.
65:54
Essa indipendência é o preço do seu sangue, das suas vitorias, e l'Italia não deve abusar.
66:05
Napoleão é convido, esse é um dos seus erros, que todos desejam as coisas.
66:09
Que todos desideram, apunto, l'eguaglianza jurídica, a fine das privilegias nobiliárias, o redimensionamento dos ordens religiosos, a modernidade, insomma. É convinto que o vogliono todos, os espagnolos, os russos, os tedescos. Sembra ovvio. É, como dizer, é aquela simplificação que faz um iluminista. E ele ainda é, da esse ponto de vista, um iluminista.
66:30
Não capirá mais que os contadinhos russos ou os espagnolos possam querer também e, sobretudo, coisas diferentes. E, sobretudo, não capirá mais que também os populares mais similares, como os tedescos e os italianos, que são muito contentos, especialmente os jovens, do fato que são chegados os franceses, que o velho regime está mudando, que o mundo está mudando e que existem novos valores, novas coisas, novas aventuras e novos direitos.
67:03
Mas Napoleão não entenderá mais que se esses direitos novos direitos comportam o fato de que patrugas estrangeiras batem o passo na nossa rua, soldados estrangeiros arrestam a gente, funcionários estrangeiros dão ordens e riscuotam as tasas, isso em Europa, os populares de Europa, à época, não aceitam.
67:29
É uma coisa que faz refletir.
67:30
Napoleão teve um sonho europeu. Um sonho.
67:34
Ele sembrava que ser imperador dos franceses não fosse exatamente suficiente. E, querendo ser algo mais, ele pensava em chiave europeia.
67:42
E o dizia, raconta Fouché, que partindo pela campanha de Russia, Napoleão gli dizia, agora eu faço fora a Russia. E, finalmente, eu estou liberado de realizar o meu destino.
67:54
De completar o que eu apenas aboçado. Se necessário um código europeu, uma corte de cassação europeia, uma mesma moneta, os mesmos os mesmos, as leis das leis. Precisamos que eu faça de todos os povos de Europa um só povo. E de París, a capital do mundo.
68:17
E essa coisa ogni tanto lhe torna. Também a Sant'Elena, escreve o Memoriale de Sant'Elena, se fossi rimasto eu... L'Europa seria, na sua stanza, um só povo.
68:29
E ciascuno, viajando em qualquer país, se seria sempre encontrado dentro da patria comum.
68:38
E hoje, estamos descobrindo com grande fatica o que deveria ser óbvio, e que uma patria comum, em que há uma grande nación que conta mais das outras, e que faz da fratello maior, é destinado a fallir.
68:53
como é falido o projeto de Napoleão, que vem visto com odio em Spada, em Germânia, em Russia, menos em Itália, não obstante os Veneti, de que eu falava à início, e não obstante tudo um estragico de risentimentos, de rancor, de repressão, das revolta contadina, das fucilações, dos sacqueios de obras de arte, E, na época, a grande delusão é por o fato de não ser feito um único Itália, mas permaneceram o regno de Itália e o regno de Napoli.
69:24
E depois certos pezinhos de Itália, na verdade, Napoleão via via li anete à França. Insomma, há muita delusão, indubiamente, na república italiana.
69:33
E a maior parte dos intelectuais e dos jovens, não obstante tudo, tranguando as delusões, permaneceram da parte de Napoleão.
69:45
O Foscolo conta de Jacopo Orpis que se suicida por delusão, depois que Napoleão foi traduzido a Venezuela e foi cedido à Austria.
69:55
Mas, depois, o Foscolo se arruou como oficial na divisão italiana que está andando em França para participar da invasão da Inglaterra. Napoleão foi preparado ao longo a invasão da Inglaterra, que depois não foi feito.
70:09
E o Foscolo, depois de tudo, se estava.
70:12
E forse, apunto, não obstante as delusões, nós hoje não se lembramos mais tanto, mas por alguns anos cê foi também um regno de Itália. Certo, não era toda a Penisola. Foi um regno de Itália com um seu re de Itália, que era também imperador, como estava acontecendo no tempo de Carlo Magno, que era re dos Franchi, mas também dos Longobardi.
70:32
E esse re de Itália coniava de Marenghi d'Oro, com sopra o seu retratto, com o seu escrito Napoleão, imperador e re, em italiano, e no orlo das monete era escrito Dio salvi l'Itália. Toda propaganda, sim, forse sim, mas a opinião da república italiana, na verdade, permane em grande parte com Napoleão. Em língua italiana, Waterloo significa uma disfata, e não acredito que ci seja uma via Waterloo em nenhuma cidade italiana.
71:03
Altrove, invece, Napoleão é o inimigo da civilidade, o inimigo da liberdade, o inimigo da Europa.
71:11
O Principe Metternich, um dos seus arci, inimigos, Quando se trova a negoziar com ele, com Napoleão, no 1813, dirá que em um momento decisivo considerava como o representante da toda a sociedade europeia. Existe uma classe dirigente na Inglaterra, na Austra, na Prussia, que é convinta que ormai Napoleão não é mais ninguém, não representa mais nada, é um fora de lei.
71:44
E a Europa é toda da outra parte.
71:47
Este forilegio vem confiado. Vem confiado em Russia no XII, Alipsia no XIII, no XIV a França é invasada, os aleados entram a París e Napoleão abdica.
71:58
O mandam a fazer o imperador de Isra d'Elba. Ci resta, como sapete, um mês, depois chega a escapar e volta em França. É uma coisa tão inaspetada e tão ciocante, que no início não se voguem nem acreditar. Já o Congresso de Viena é em corso, porque eles não sabem que ele tornerá, se será a Váterlo, mas por eles é terminado, no 14. E então eles se reuniram o Congresso de Viena para desenhar a Carta de Europa. Quando ao Congresso de Viena chega a notícia, vem comunicada a notícia que Napoleão é saqueado da Isola d'Elba, se mettono todos a rir.
72:35
Credem que seja um scherzo.
72:37
E, invece, Napoleão é em França, é em um atimo, é a París e é sul trono. Na notícia da fuga de Napoleão da Isola d'Elba, um intelectual liberado de punta, Benjamin Constant, escreve um artigo em que denuncia Napoleão evaso da Elba como um bandido.
72:58
Um mês depois, Benjamin Constant tenta escrever o texto da nova Constituição que Napoleão intende sottoporre a plebiscito.
73:09
É uma Constituição maravilhosa. Muito mais liberais do que não fosse o sistema precedente. Para dizer, nos comuns, até 5 mil habitantes, tem o direito de elegir o sindaco, antes de ter um podestado nominado pelo governo.
73:24
É uma Constituição que divide.
73:28
Qualcuno ci crede. O imperador já entendeu finalmente. É a verdade liberais, esperamos que durasse.
73:36
Alguno não se crede por nada, e for sobretudo os mais cinistas. Fouché, que é servido Napoleão em todos os affários mais corpos, quando Napoleão torna nos cento dias, Fouché não se crede. É o paz de sempre. Despota e ambizioso de conquista, como sempre.
73:53
E comunque, em que 100 dias, Napoleão faz tempo a fazer escrever a nova Constituição, a sottopor a plebiscito. É um dos que não vão tanto bem, 20% dos votantes, cerca.
74:05
Mas é sempre algo. A grande maioria de si, naturalmente.
74:11
Tem um anedoto que conta bem o clima de esses dias. Napoleão passa em rassegna um regimento. É o primeiro regimento de infanteria leggera. A testa do regimento tem um jovem de 29 anos, comandante II, o colonel de Cubierre, barone de Impero, manato marquês d'Espan de Cubierre, então nobile do antigo regime, mas que faz toda a sua carreira sob o Napoleão.
74:41
Cubierre comanda o regimento, Napoleão não passa em ressegna, mas, como conhece todos, se acorde subito que é o vice-comandante que comanda o regimento.
74:50
E quem é o colonel que manda o regimento?
74:54
E Cubier responde, Sire, é o colonel de Bournonville, mas é malado.
75:00
Napoleão ribadde, Bournonville não é dei nostri.
75:05
Siete vocês, colonel Cubier, que agora em depois comanderete o primeiro leggero. Notam a modernidade? Não, não é a modernidade, como é novecentes essa expressão. Não é dei nostri.
75:16
Napoleão, em 100 dias, é mais mais ideológico. Ou se está com ele ou se está contra ele. Mas não é uma ditadura sanguínea, isso é espaço para muitas coisas. Porque o colonel de Coubière, apenas nominado comandante do regimento, conduce a trupe em piaça d'armi a votar por aclamação ao plebiscito pela Constituição.
75:41
Davante ao regimento, que deve votar, O colonel de Coubière faz saber que ele votará contra, porque a Constituição não é bastante liberada.
75:53
Tem ainda muito poder para o imperador dentro deste texto. De consequência, ele, o colonel de Coubière, que Napoleão é apenas nominado capo do regimento, invita os soldados a votar contra.
76:06
E o primeiro regimento de franteria leggera é o único regimento de todo o esercito a votar quase à unanimidade contra a nova Constituição.
76:16
Dico quase porque resulta agli atos unha excezione. Um capitão que vota a favore argumentando eu amo o colonel de todo o cuore, mas o fato de Constituição não é essa mica quanto o imperador, ele não é já feito tantos.
76:35
Esse é o único regimento que vota no ao plebiscito. Os registros do voto do regimento são desmarridos.
76:42
E não podem ser registrados no total.
76:46
O colonnello Cubier recebe uma letra de Biasimo, mas não vem rimosso, permane na testa do seu regimento e será ferido a Waterloo, mentre guida o primeiro leggero ao assalto do castelo de Hugumont.
77:02
E com Waterloo eu vou deixar.
77:05
O 18 giugno de 1815, a Waterloo, se conclude a história de Napoleão. A me é capitado de encontrar testimonianze de oficiales que hão combateu naquela batalha e que dizem que era uma batalha decisiva para a liberdade. Ci são os oficiales franceses que dizem isso.
77:25
A Waterloo hão combateu e perso a batalha para a liberdade de Europa. E ci sono degli ufficiali inglesi che dicono questo.
77:32
A Waterloo abbiamo combattuto e vinto la battaglia per la libertà dell'Europa.
77:38
Come vedete si poteva entendere in tanti modi.
77:41
Ma la cosa più notevole su cui veramente voglio chiudere è che diversi ufficiali inglesi alla battaglia di Waterloo avevano essenzialmente una cosa in testa.
77:51
Chissà se riuscirò a vedere Napoleone.
77:55
Sr. Hussie Vivian, que comandava uma brigada de Ussari e que, sendo um brigadier, havia um canocchiale, era bastante seguro de ter visto, e depois o raconta em uma letra, credo proprio de ter visto antes que começasse o atalho. A cavalcada com um grande segredo de uficiais em mezzo às colonneas que estavam schierando davanti a nós. Saludado com grida de vive l'empereur e guardando através do canocchial, me pareceu de conseguir distinguir o pequeno eroe.
78:28
E na verdade eu estou quase seguro.
78:30
O pequeno eroe Napoleão era de estatura normal.
78:35
A festa do continente está de volta à Lisboa.
78:41
Agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o Chef Chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente.
78:59
Seguravam como um anerotolo. E, obviamente, um general inglês que ele havia visto.
79:04
Um outro oficial inglês, o capitão Mercer, escreveu no seu diário, não conseguiu ver ele.
79:13
L'hava esperado até o último. Aveu a brama de ver Napoleão, aquele poderoso homem de guerra, aquele genio estupefacente que havia riempido o mundo com a sua fama.
79:27
O pequeno herói, aquele genio estupefacente.
79:32
E esses são seus inimigos.
79:34
São aqueles que volevam destruir ele, e eles foram destruídos, convintos que Napoleão volesse dizer schiavidade. Você vê como é difícil dar uma visão, como dizer, que não seja contradditoria de Napoleão, e capite porque eu não tenho certo podido fazer isso esta noite. Obrigado.
79:53
O príncipe Andrei rimase fermo a cavalo preso a bateria, olhando o fumo do canão do qual era partida a bola. Os seus olhos correm por toda a amplia distesa.
80:05
Ele vedeu só que as massas dos franceses, primeiro imobili, se eram mosse, e que a sinistra c'era effetivamente uma bateria, sobre aquela o fumo não se era ainda dissipado.
80:17
Duas cavalieres franceses, certamente dois ajudantes de campo, galopavam su por l'altura. Ai pieds de l'altura, verosimilmente para forçar a linha, se movia uma pequena coluna inimiga.
80:31
O fumo do primeiro colpo não era ainda de leguado, que se vide outra nuvoleta de fumo e se odia um outro colpo.
80:39
É começada, ci siamo, pensou o príncipe Andrei, sentindo que o sangue gli afluiva mais rápido o cuore.
80:49
Ripassando em mezzo a aquelas companhias, que um quarto d'ora prima mangiavam a casca e bevevam a coavite, ele vedeva dappertudo os mesmos rapidos movimentos dos soldados que se alineavam e prendavam ciascuno o seu futebol. E su todos os visos reconhevam a mesma animação que era no seu coração. É começada, estamos. É uma coisa terrível e alegre, disseva o viso de cada soldado e de cada oficiale.
81:21
É o início da descrição de uma batalha em guerra e paz.
81:25
De uma batalha minore. Sabete que em guerra e paz vêm descritte as grandes batalhas combate pelos russos durante as guerras napoleonicas, Austerlitz, Borodino. Mas essa é a descrição de uma batalha minore, a batalha de Schengraben, 16 novembro 1805, duas semanas antes da batalha de Austerlitz.
81:45
Uma de aquelas batalhas que os históricos chamam de minoria, mas que, por aqueles que estavam dentro, evidentemente, minoria não eram. 1805. Tostoi escreve Guerra e Pace nos anos 60 do 800, meio seco depois dos fatos.
82:04
Então, o seu é um romanzo histórico.
82:06
Nós rischamos de não acorcer, porque sabemos que o conto Talstoi é um membro daquela mesma aristocracia russa que escreve assim bem do dentro no seu romance. E então, na verdade, para nós que o leitamos a tanta distância de tempo, cai um pouco a consciência de que é um romance histórico. Mas mal é. Talstoi era nato no 1828.
82:30
Então, ele conta fatos de 20 anos, mais de 20 anos antes que ele fosse nato. E, por outro, ele diz, ele diz subido com muita chiareza, na primeira página do livro, na primeira página, na primeira página, se abre com dois aristocraticos que, em um salão, conversam amabilmente em francês. E bem, mon prince, Jeanne, Genova, citada na primeira riga de Guerra e Pace, e Tolstoi subito depois commenta, falavam em francês, dizem, em que francês é ricercado, em que não só falavam, mas pensavam os nossos nenos.
83:11
Então, o leitura de Tolstoi é avestido de subido, se está falando da época dos nenos. Mas, Mas é claro que, visto da nós hoje italianos do 2018, Tostoi é muito vicino àquela aristocracia do tempo de Napoleão que ele conta. É o nipote de quei nonni. Li conhece bem.
83:31
E, sobretudo, conhece bem a guerra, que, aos seus tempos, não é tanto diversa, anzi, podemos dizer que não é quase diversa por nada, rispetto às guerras napoleonicas. Tostoi é estado uficiente. Oficial de artilharia, tenedelo a mente porque se tornaremos. Tastoi é estado oficial e combate na guerra de Crimea. Cioè, na última guerra combate mais ou menos com as táticas e as armas das guerras napoleonicas.
84:02
E, então, ele conta as guerras de tantos anos antes, mas com uma experiência direita de o que ele queria combater, em que modo, com uma experiência direita de que era o soldado russo, de que era o esercito russo. E, então, nós somos legítimados, até um certo ponto, a usar, sabendo que aqui, a scommessa, em esta nova série de leções de história, é de partir, cada vez, da literatura, para ver como a literatura nos fala da história. E nós somos legítimados a usar, fino a um certo ponto, guerra e paz como uma chave para entrar em que era o arte da guerra ao tempo de Napoleão.
84:46
Tolstoi é, de um lado, um escritor que é particularmente forte quando se trata de analisar o animo humano, de descrever os motos do animo humano, mas, de outro, é um conhecedor técnico de aquilo que raconta. Parlo da parte da guerra, em este caso específico, da metade do romanzo que raconta a guerra. É um conhecedor técnico. A bem presente o que significa um campo de batalha, o que são os soldados, como funcionam os esercitos.
85:20
E é bem claro, então, que uma coisa importante é o aspecto psicológico. O que passa na testa e na anima dos soldados durante o combate. Não é um de mais, não é um algo que pode ser interessante saber. É um algo de fundamental para entender o que é a guerra ao seu tempo.
85:42
Os soldados parecem e são uma massa anônima, impersonal, porque todo o sistema é construído por fazer de eles uma massa anônima e impersonal. Hoje, o sabe, os soldados continuam a vestir a divisa, mas também no nosso esercito, cada militante porta o seu nome no tasquinho. Se está voltando em alguma medida ao individuo, mas por alguns séculos o escopo dos esercitos era de cancelar e negar o individuo e fazer dos soldados unidades de um mecanismo, todos iguales.
86:24
Mas ao tempo stesso, ognuno de eles, permane uma pessoa. E o oficial Tolstoi sabe bem. E os oficiales e os soldados têm reações psicológicas, que são importantes para o esito do combate. E aqui, avará colpido também você, tornerá sempre em outros brancos que eu vou ler esta coisa. Talstoi, que a guerra l'ha vista e os soldados em batalha lhe havistici, diz uma coisa que, credo, nenhum de nós se seria imaginado. Quando começa o combate, não há só uma excidência geral, mas há um senso de alegria, temperado pela consciência que está para começar uma coisa terrível, mas também alegre.
87:10
Os soldados do esercito russo, os soldados e os uficiales do esercito russo que conta Tolstoi em Guerra e Pace, quem são? Bem, os soldados são servi da Gleba, porque no imperio do Zar existe e ainda vai até os anos 60 do 1800, quando Tolstoi escreve Guerra e Pace, será abolida a servi da Gleba em Russia. Então, servi da Gleba, que os seus padrões, em requerida do governo que pediu reclute, foram designados para o serviço militar, para os 25 anos de serviço militar.
87:48
Isso significa que o soldado russo é um contadino analfabeta que, muito jovem, é sido trappado à sua família e ao seu villado, que quase seguramente não vai mais viver, para se tornar parte de qualquer outro, de outra comunidade, de outro organismo, a companhia, o regimento, o esercito.
88:08
Gli ufficiali no, são todos ufficiali que servem voluntariamente, são nobili, que decidem de fazer a carreira militar. Bem inteso. I nobili russi devono prestar servizio. O czar não guarda volentieri que os nobili que se limitam a viver em suas terras e não prestam servizio, em um modo ou em outro, na administração ou na esercito. Por isso, em muitos casos, não devemos imaginar que a escolha individuale fosse tão libera. Em muitos casos, ci serão state pressões fortes que empurram um jovem nobile a virar oficial.
88:43
Mas é, enfim, uma escolha.
88:48
E os oficiales, ainda mais dos soldados, conservam por isso um pouco do velho orgulho, que era aquele dos cavalieres medievales e depois é aquele dos mercenários do Rinascimento e da Etã Moderna. O orgulho de quem diz, eu sou um soldado, é uma coisa que eu escolho liberamente, liberamente eu escolho de riscoar a pele. Eu risco a vida e por isso, obviamente, merito stipendi e privilegi e onore. E o nome do soldado está no fato que obedece aos ordens sem discutir e sem perguntar quanto é grande o risco de morir.
89:28
O soldado obedece e basta. Tanto mais se é um oficial, um nobile russo, que serve o czar. Essa coisa, no romano de Tostoi, vem fora muito.
89:41
Caracteriza também personagens entre os protagonistas, como o príncipe Andrei, da qual eu comecei.
89:46
O Príncipe Andrei é uficiente. Tem uma cena, no início do romance, onde o Príncipe Andrei discute com seu amigo Pierre.
89:57
Como sabete, são dois personagens que não podem ser mais diferentes. O príncipe Andrei é tormentado, escontroso, contento de sé, sempre à busca de um próprio posto no mundo, mas também mais conformista, em um certo sentido, socialmente mais conformista. Pierre é um abandonado que, por caso, filho legítimo de um grande senhor, se é trovado a ereditar uma enorme fortuna e, então, a ser um membro em vista da alta sociedade, mas a isso não era preparado.
90:31
Pierre é o idealista que vai dietro a todas as utopias São duas pessoas que não podem ser mais diferentes, mas são amigos.
90:40
E quando ocorre a guerra que levará à batalha de Austerlitz e o príncipe Andrei se prepara a partir, seu amigo Pierre discute.
90:53
E diz Pierre, agora tem a guerra contra Napoleão. Se fosse uma guerra pela liberdade, a capirei. E sarei o primeiro a entrar no esercito, mas a ajudar a Inglaterra e a Austra contra o mais grande homem do mundo. O príncipe Andréi se limitou a stringersi nas espalhas a esses puerili discorsos de Pierre.
91:18
Fez como se fosse impossível responder a tal choqueza. Mas, na verdade, a aquela ingenua afirmação, era difícil dar uma resposta diferente da aquela do princípio Andriei. Se todos faziam a guerra por convidão, não haveria guerra, disse ele.
91:36
E seria uma ótima coisa, disse Pierre.
91:40
Força seria uma ótima coisa, mas isso não será mais. Mas vocês, por que andam à guerra? perguntou Pierre. Por que? Não sei. Precisamos fazer assim. E ainda uma outra versão do mesmo ategiamento que caracteriza o etos, a ideologia dos oficiales.
92:05
Discussão a mesa, a tavola, de um regimento de cavalleria, discussão sobre quanto essa guerra contra Napoleão, se a esperança de vencerla ou não, e o colonnello interviene a fermar a discussão.
92:24
Noi dobbiamo baterci fino all'ultima goccia de sangue disse o colonnello pichando sulla tavola e morire per o nosso imperador e allora tudo andará bem e ragionare o menos possível. E ele poguou a voz especialmente na palavra possível. O menos possível conclui.
92:50
Cosí giudichiamo nós outros, vecchi usseri. Ecco tudo.
92:55
o menos possível.
92:59
Sembra um paradosso, porque nós hoje somos habituados à ideia que fazer guerra requer inteligência, flexibilidade, iniciativa. Fazer guerra ao tempo de Napoleão, essas coisas requeriam só quem mandava. L'intero scopo dos esercitos era de construir mecanismos que não funcionavam, mas procedavam mecanicamente segundo os ordens. Poi ci se riusciva fino a um certo ponto, naturalmente, mas o intero scopo era aquele.
93:30
Imaginem, vocês têm reclutado 200 contadinhos analfabetos. Per primeira coisa, eles colocam em divisão, eles sejam todos iguais. Em segunda coisa, eles colocam em mão um mosquete e eles ensinam a carregar e disparar o mosquete. Já isso requer um certo tempo e não é que se possa gastar chissá quanto tempo e chissá quantos soldados para adestrar a trupe. Ele ensinou a carregar e sparar o mosquete, operação complicada. Depois, esses 200, os metem todos em fila e os ensinou a sparar todos juntos.
94:07
A festa do continente está de volta à Lisboa, agora com a festa na praça.
94:22
Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã, na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o chefe chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente.
94:38
Insegna a estar todos em fila, a apontar quando o oficial comanda apontate e a disparar quando o oficial comanda fogo. E depois via, todos juntos, ricaricar e de novo disparar. Você quer mover eles? Insegna a marchar todos juntos.
94:55
Para ajudar eles a entender, eles habituem a reconhecer certos ordens semplicíssimos, sempre aqueles, standardizados. Os uficiales, em antigo, têm aprendido os ordens que devem dar, sempre com as próprias palavras, sempre aqueles. Os trombos suonam os ordens e se ensinam a reconhecer os três ou quatro motivos diversos, cada um dos quais comporta a mover-se, a fer-se, a carica.
95:22
E os homens devem marcar, os homens vestidos todos iguais, devem marcar todos juntos, ao mesmo passo. Eles colocam algumas semanas para ensinarem às reclutas qual é a destra e qual é a sinistra, e que se marcaram todos ao mesmo passo. A força de bastonagem, eles se ensinam. Naturalmente, antes de ensinar a moverse todos ao mesmo passo, os espertos têm feito estudos aprofundados. A que velocidade é bem moverse? É melhor que o batalhão schierado, quando vem o ordem de andar avançado, faça 77 ou 78 passos ao minuto.
96:02
Ogni esercito, a sua regola, os espertos estabilisam que é melhor fazer 77 passos ao minuto. E o conselho se move.
96:13
se move ou está fermo segundo regole geometriche. Porque a guerra do setecento e da época de Napoleão é geometrita. É um tentativo de mettere ordem no caos.
96:25
Obviamente é um tentativo que não pode mais riuscire do tudo. Mas a vitória está no avicinamento a esse ideal. Mettere ordem.
96:33
Formações geometriche, vi disse. A linea, o quadrado.
96:38
Cosa significa? Significa que se eu tenho a minha companhia de dois cento fantassinos, Mas, intanto, estamos em guerra há um pouco, muitos são mortos de maldade, outros são em hospedais, alguns são mortos em combate, são diventados 100. Eu tenho a minha companhia de 100 fantacini e estou defendendo uma posição, então, devono parar. Para parar, ao melhor, devono estar em linha. Uma única riga? Não, seria muito difícil, um homem é mais tranquilo quando sabe que tem um outro dentro. Duas rigas, talvez até três.
97:09
De fato, os esercitos napoleonais combateram quase sempre em linea com três rigas de homens.
97:15
Com três rigas todos podem disparar. Certo, aqueles da terceira riga apontam o mosquete à guância dos companheiros davanti e talvez os escutam disparando, mas isso acontece. A linha é essa.
97:29
E depois, de repente, alguém grida, cavalleria! Está chegando da cavalleria inimiga. E se a cavalleria inimiga te chega adosso, mentre você está em linha, te espazza via.
97:41
E aí os professores têm aprendido a memória qual ordem dar, e os soldados têm aprendido a memória como eles sejam. Todos sabe quais movimentos deve fazer. Enquadrado é o ordem, partindo da destra ou partindo da sinistra. E os homens, no ideal dos teorias militares, os homens da linha, em poucos passos, desenham outra figura geometrica, um quadrado. Um quadrado quer dizer... Que da todas as partes são soldados que guardam ali, com o futebol em mão, a baioneta em cana e a cavalleria, de qualquer lado chegar, se trova davanti, três filhos de baionetas.
98:17
E a quel ponto, se vai tudo bem, a cavalleria se ferma. Não por inteligência dos cavalieros, mas por inteligência dos cavallos, os quais não vão a infilçar-se sur as baionetas.
98:28
E depois a cavalleria é disparida, se torna em riga, se torna em linha. Você entende que é fundamental fazer essas coisas em poucos segundos? A cavalleria chega em 20 segundos. Você, em 20 segundos, deve ser passado pela linha ao quadrado. Depois chega o ordem, atacamos nós. E aí, no tempo de Napoleão, não se ataca mais necessariamente, estando em linha, que andava assim bem para disparar. Mas para andar avançado com o inimigo que dispara-se, é bem que os homens sentem de ser protetidos em mezzo a muitos deles.
99:01
A psicologia, após. Portanto, o atalho não se irá em linha, mas se irá em coluna, amassados por muitas rigas de homens, um fronte mais distrito, mas muitas rigas, e todos sabem que dentro de eles são muitos deles, após, que spingam avançado também eles.
99:23
Tostoi é assolutamente consapevole dell'importância que há para o soldado em batalha sentire que é dentro a um contexto reconhecido, que é diventado casa sua, o seu reparto, com tantos amigos, tudo em torno. O soldado em março é circondado, stretto e trascinado do seu regimento, como o marinaio da nave na qual se trova.
99:41
Por quanto vada lontano, por quanto estranhe, desconocida e pericolosa siano as latitudes que ele chega, como o marinaio sempre e dappertudo intorno a sé os próprios pontos, os próprios cordais da sua nave, Assim, ele sempre, ele, o soldado, sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e sempre, e Tostoi comincia sottolineando, apunto, o senso de segurança que dá aos soldados, o saber que fazem parte de
100:39
um esercito que está movendo all atalho, todos juntos.
100:42
Ora davanti, ora de dentro, da ogni parte, os soldados vinham a saber que as nossas colonneas rusas marchavam na mesma direção.
100:51
Ciascun soldado se sentia alegre, Porque sapeva que onde andava Lui, então, chissá onde, andavam também muitos, muitos outros dos nossos. E, então, o segredo para mandar os homens à morte é isso, mandar eles em tantos, todos juntos e todos iguales.
101:15
Mas, naturalmente, há também outra consequência que, ao tempo de Tolstoi, não era forse ainda ainda teorizada, mas começa a ser, àquela época. Vete presente? A psicologia das massas, a psicologia das foças. Todos esses individuos formam uma folla e, na folla, as sensações se transmitem fulminamente. Os humoros cambiam improvvisamente. Todos os individuos cambiam de colpo e de atingimento. São coisas, mecanismos misteriosos, mas evidentes.
101:48
E isso acontece também ao esercito russo à Austerlitz. Quando as coisas começam a não andar mais como deveriam, na massa começa a diffonders primeiro a incertezza e depois o panico. Os soldados marchavam alegramente.
102:08
como sempre quando vão ao fogo, especialmente em uma ofensiva. Notem que Tolstoi evidentemente sabe que o seu lettor arriccerá a fronte e dirá, mas como, alegramente.
102:20
Perciou, chiarisce que é proprio assim e ele sabe porque l'ha visto.
102:28
Mas depois de ter marciado por cerca de uma hora, sempre em uma folta nebvia, uma grande parte da trupe devia ferir.
102:35
E corse por le filha a sgrada consapevolezza do desordine e da barra onda que se estava produzindo.
102:44
É muito difícil explicar em que modo se propagou essa consciência.
102:49
Mas é indubbio que essa se propaga com uma segurança extraordinária e se estende rapidamente, inadvertida e irresistível, como água em um borro.
103:03
A margem de tudo isso, poderei também deixar o peço que estou fazendo agora, mas, para ser fedele também ao ategiamento de Tolstoi, na batalha de Austerlitz, como sabete, os russos não são da soli. Ci são os seus aliados, os austriacos, e os tedescos. E Tolstoi não há o mínimo dúbio sobre o fato que, apenas se difonde entre os soldados russos a sensação de que há algo que não está andando para o verso giusto, a reação immediata é que é culpa dos tedescos.
103:35
Tanta fretta de meter-se em março e estamos aqui fermos em meio da campanha, sem motivo. Sempre quei maledeti tedeschi a fazer confusão. Diavoli de balordi.
103:45
Eh, maledeti tedeschi, não conhecem nem o seu país, disse um outro. Poi passou um generale e gritou algo rabiosamente. Mas não em russo. Tafalafabara! Que coisa brontola? Não se ne capisce nada, disse um soldado, refacendo o verso ao generale que se era allontanado. Eu li fucilerei quei vigliacchi. Depois que, tedeschi ou não tedeschi, o esercito russo ad Austerlitz vem atacado de sorpresa do inimigo, onde não se lhe aspettava, dá uma direção inattesa e vai em rota.
104:22
A rota é como aquela água que sale e que, a um certo ponto, trabocca. De colpo, inteira massa de homens, no mesmo instante, são presos do panico. Os reggimentos de infância, atacados improvvisamente na foresta, escaparam via de lá e as companhias, confundendo-se as unhas com as outras, se alcançavam em folla desordenada. Um soldado pronunziou no seu espavento uma palavra insensada que em guerra é terrível.
104:55
E essa palavra, com um sentimento de paura, se comunicou a toda a massa.
105:02
Ci hanno circondado, ci hanno tagado fora, siamo perdidos, gridaram voci de fuggente.
105:08
O comandante do regimento, no attimo mesmo que udia dentro de sé os golpes de futebol e a grida, capiu que ao seu regimento era accaduto algo de terrível.
105:21
Cos é o algo de terrível? Não é o fato que o inimigo ataca. O algo de terrível significa que o regimento se transformou em uma fuga.
105:30
Toda aquela gente que foi adestada, bastonada a comportar como automi, como os pezinhos de um mecanismo, e l'hão feito até um pouquinho antes, de repente, se tornaram os indivíduos que compõem uma folla e que pensam só a salvar-se e a nient'altro. Não há mais adestamento, ordem uficial, niente. Quando um reparto vai em rota, saem todos e por um pouco não secavam ninguém.
106:01
E então, como você vê, a guerra consiste na submessa de portar a geometria no caos, e o caos é sempre ali em agüado. Em cada momento o caos pode esplodir. E, na verdade, o objetivo do combate é precisamente esse.
106:25
Trasformar o inimigo da uma força compacta, organizada e geometrica em uma folla espaventada que escapa. É assim que se vincono as batalhas. A batalha é vinda quando uma alíquota crescente de um dos dois schieramentos começa a vacilhar, a ondegiar, a fazer algum passo indietro e depois a escapar.
106:50
E o objetivo do combate é aquele. Não é de amarrar todos os inimigos que você tem de frente. Amarrar a gente é só o modo mais rápido para convincar os outros a escapar.
107:05
As guerras napoleonicas têm tassos de perdida nos dias de batalha espaventosos, inimagináveis.
107:14
Em um dia, em uma grande batalha de Napoleão, morava tanta gente quanto em sete semanas de combate na Primeira Guerra Mundial. Nós somos habituados a pensar na Primeira Guerra Mundial, aos terrificantes assaltos à arma bianca contra as mitragliatricas e contra os reticolados.
107:32
que faziam em algumas semanas de combate, 20, 50, 100 mil mortos e feridos, mas uma batalha napoleônica pode fazer, em certos casos, 40, 50 mil mortos e feridos das duas partes em um dia.
107:49
Mas, assim, se trata do 20, 25% ao máximo dos efetivos empregados.
107:59
Perdite, naturalmente, não quer dizer mortos soltanto, quer dizer feridos, quer dizer que os fatos prigionários, que os que foram disparados porque foram desistados e se não foram andados. Quando um esercito napoleonico perdeu o 20% dos seus efetivos em um dia de batalha, é um esercito stroncado. Ou melhor, aquele dos dois que, havendo perdido tudo isso, decidiu por primeiro de escapar, é um esercito stroncato, que por semanas e meses será impossível portar ao combate, porque o moral é disparado e, antes de construirlo, se não quer.
108:34
Dunque, o scopo de uma batalha napoleonica é esse. Veja aqui, a batalha napoleonica? Naturalmente...
108:42
Nel arte occidentale cê uma convenção robustíssima, no arte occidentale classica, como se representam as batalhas? E bem, em primeiro ou ao máximo em segundo plano, generali a cavalo, em uniformi scintillantes, circundados por messageri, por aiutantes de campo e assim. Em primeiro plano, alguns cenários de genre, o heroico ferido, circundado por amigos...
109:12
A festa do continente está de volta à Lisboa, agora com a festa na praça.
109:25
Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã, na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o chefe chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente.
109:40
Não a ceneta de gênero, mas no fundo, as massas de homens, todos vestidos iguales, que se movem todos juntos, obedeindo aos ordens. Se movem todos juntos, e o que precisa tentar fazer é colocar eles no panico. Como se faz para colocar no panico o inimigo que tem em frente?
110:10
Imaginate, em cada batalha, em geral, tem um que é mais forte e um que quer atacar e um que é mais debole.
110:19
Quem quer atacar, a um certo ponto, começa a pensar de empixar avançar, paramos da fanteria, que é, como dizer, o assatura de cada esercito. Começa a pensar de ir avançar, o inimigo é lá embaixo, a um quilômetro.
110:37
Quando se decide que é o momento, em um certo setor do fronte, se começa a andar avançado. Se começa a andar avante, ao tempo de Napoleão, se sgrana também pequenas patrugas de tiradores celtos, os poucos a quem foi ensinado a disparar bem, e talvez ele tenha dado também uma carabina regada para poder tirar bem ao bersaglio quando são vicino ao inimigo, tiraria um oficial a cavalo, ou aquele que porta a bandeira, mas o grosso da trupe que ataca vai avante como vão avanti aqueles lá, em massa.
111:09
Queste masse vanno avanti, i tamburi dietro battono all'impazzata, più tamburi ci sono, melhor é, porque aquele frastuono anestetiza, te impedisce de pensar, te dá uma sorte de euforia, de ubriachezza. Os uficiales, em parte davanti e em parte dietro, aqueles dietro a spingere, avanti, e aqueles davanti a mandarem avanti gli altri con l'esempio, con la sciabola sguainata, avanti, avanti, avanti, gridando... Ogni tanto, nell'esercito francese, l'imperatore vi guarda, l'imperatore ricompenserá.
111:41
Il primo che arriverá alle linee nemiche. Più spesso, segundo le testimonianza più sincera, bestemmiando orrendamente e gridando avanti, sacanando di avanti, figli di puta, avanti.
111:56
E si va avanti in massa e il nemico è laggiù in fondo. E siamo a 500 metri, e siamo a 200 metri, Os inimigos são de mosquete como os nossos que tiram com um mínimo de precisão até a 100 metros, não de mais.
112:15
Se aqueles outros que não têm nervos salvos, começam a disparar quando estamos ainda a 200 metros. Sparerão, svanirão no fumo por algum instante e nós não sentiremos nem fichar as palmas, porque estamos ainda troco longe. Se, em vez, são aqueles que conhecem o mestre, não dispararão quando estamos a 200 metros, esperam que estamos um pouco mais perto. Quando estamos a 100 metros, dispararão.
112:40
E aqui, nós somos habituados a ver filmes em que a linha dispara, comparendo no fumo, e toda a primeira fila de aqueles que atacam, cadam a terra, e aqueles atrás vêm prender o seu posto, os outros disparam de novo, cadam de novo todos em primeira fila, acho que nós vimos todos, de reconstruções cinematográficas, de esse tipo.
113:05
Se fosse assim a realidade, as batalhas napoleonicas seriam feitas em 10 minutos. Não era assim.
113:14
A realidade era tão paradossal que, agora que eu vou dizer, não acreditaria. Tudem, vi assicuro que são estudos extremamente aprofundados, fatos já à época e depois também também, sobre o rapporto entre o consumo de munições e as perdidas efetivas provocadas. Os estudos são chegados a cifras leggermente diferentes. Força o mais entendível, que quando o inimigo dispara, Um proiettile, ogni 459, colpis alguém.
113:45
Outros se tenham um pouco mais baixo, um proiettile, ogni 250, ogni 300. Mas, grosso modo, é assim. É uma massa de gente, tenida em linha dai seus oficiales, que dispara sem mirar, que depois do primeiro colpo, você vai ficar no fumo, depois do primeiro colpo, você vai ficar com o dento a cartão já preparada que você tem no tasca-pãe, você vai passar a polvo da espada ao posto giusto, você vai ficar na palotola dentro a cana da davanti, com a baccheta de metal ou de lenho que você tem dado, você vai ficar bem, você vai ficar bem, você vai ficar bem, você vai ficar bem, você vai ficar bem, Puntar e sparar e depois de começar.
114:27
Tudo o seu destramento tende a fazer essa coisa o mais rápido possível. Poder sparar ao menos duas ou três vezes em um minuto. Tudo no fumo.
114:40
com a paura mortale que prende a tanaglia a todos, com os uficiales que gritam, com os tambores de aqueles que estão venindo avançando, que agora sentimos também nós, e os sentimos urlarem, aqueles que estão venindo avançando. Em esse caos total, após, as palmas vão dappertura, através de onde deveriam andar.
114:59
D'altra parte, nós estamos chegando a 100 metros, davanti avevamos 500 homens, um batalhão, também nós somos 500, Aqueles lá disparam e no nosso batalhão, um ou dois homens vêm colpidos e cadam giú gritando.
115:18
Andamos avanti, ainda 10 metros, aqueles outros, não ricaricados, disparam outra vez. Su 500 de nossos, de novo, 1, 2 ou 3, agora que estamos um pouco mais vicinhos, cadam gridando. A este ponto, muito raramente, os uficiales dizem, avante a baioneta! Quase sempre, o instinto de sobrevivência é mais forte, nos fermamos e começamos a disparar, também nós.
115:40
E se pode andar avanti 10 minutos, neste modo.
115:43
Porque cada vez que se dispara, cada um ou dois homens.
115:47
Mas se dispara três vezes ao minuto.
115:50
Depois de dez minutos, eles foram 30 vezes. Eles foram 50, 60, 70 de nossos. E nós somos 500.
116:01
Em dez minutos, um por dez é estado colpido.
116:05
A este ponto, em geral, um dos dois batalhões começa a vacilhar.
116:12
L'ultimo ferido caduto, dois ou três companheiros dizem que o portamos nós em salvo.
116:18
Os uficiales de dentro tempestam, bastonam com o piato da sciabola, mas não conseguem a fermar. A este ponto, se da outra parte cê um uficial que sabe o seu mestre, diz, é o momento, avante de corsa!
116:29
Se vem avante de corsa e os outros se desgreganam e escaparam.
116:33
Funciona assim normalmente. O fogo serve a portar o inimigo que há davanti a aquele ponto em que, se exercita uma pequena pressão, cria tudo, a geometria dispara e o caos se afirma de novo.
116:51
Poi c'è um outro modo para aproximar o inimigo ao ponto de rotura, um modo que Napoleão conhece bem e também Tolstoi conhece bem, porque são todos e dois uficientes de artilharia. Os esercitos napoleonicos são plenos de canções.
117:07
Os canções são em uso fin da Rinascimento, mas só com Napoleão se integram completamente na condução da batalha.
117:17
Só com Napoleão, existem canões abondantíssimas, porque devem ser tantos, um canão de só não faz nada. Só com Napoleão ci são canções relativamente rápidos, tirados por tantos cavaleiros, que se possam espostar no campo de batalha com um mínimo de possibilidade. Tenente conto que um canão pesa uma tonelada. E dentro a cada canão ci são de cassone carregos de munições, um infinito de cavaleiros, que durante o combate o combate, muoiam, e depois depois os canões não podem mais espostar porque você perdeu os cavaleiros. Tuttavia, os canões são tão tão que incidem na batalha.
117:53
A coisa principal do canone é que se o mosquete faz mal a 100 metros, o canone faz mal a 1 km. E então, antes de mandar dentro a tua fanteria com os tambores, as bandidas ao vento e os uficientes que ballam davanti aos filhos incitando os homens e bestemmiando, antes de fazer aquilo... Avrai portado em linha os seus canões e avrai disparado contra o inimigo, bastante a longo da começar a portar os soldados inimigos vicinhos ao ponto de rotura.
118:26
Os canões disparam a um quilômetro e podem disparar a palla ou a granada. A granada é a coisa mais comum, a conhecemos também nós, é o proiettivo do futuro, o que esplode.
118:38
E nos film ambientados no setecento, no setecento, no setecento, se vedem sempre só que. Porque os ceneggiadores que eles têm em mente. Na verdade, as granadas são um pouco mais raras, o modo mais normal de usar o canone é de disparar a palla. A palla é uma palla de metal, de piombo, de giza.
118:59
que vem disparado a um quilômetro de distância para essas massas de homens fermos, ou também que estão avançando, se eu estou defendendo. Mas, em geral, Napoleão usa os canones para atacar. Uma vez decidido qual setor quer investir com o atalho, primeiro, por um hora, por duas horas, se bombarde.
119:18
Uma infinita de palmas de granadas finisam no voo, alguém colpisce. Quando uma palma chega adosso a um reparto schierado, em fila, A pália chega.
119:32
Spaca os corpos, as gammas, as bracas, as testas de dois, três, quatro homens. E aqueles que estão ali em fila, eles veem chegaram, porque a velocidade é muito baixa. Ci são testemunhas de oficiales que dizem... Na batalha de Waterloo, por exemplo, que eu tenho estudiado um pouco de perto, ci são oficiales ingleses que estão ficando por horas sob o bombardamento, em primeira linha, com os canões inimigos lá embaixo. Capite como você está tendo uma posição?
119:59
Vedi, arrivarei de pontinho a muita distância, siccome hanno o olho, sanno calcolar, grosso modo é um quilômetro, os pontinho são canções inimigos, esperamos que vão um pouco mais em lá, não, se ferramão exatamente aqui, davanti a nós, tra um pouco, começam a disparar.
120:16
E, em qualquer caso, se você tem o olho, a palla, você vê até mesmo que chegar. Tem um oficial inglês a Waterloo, que era um garacinho, um jovem, um oficial, alfiere, em pedido com a bandera, em pedido, enquanto todos os soldados são estragados a terra. Porque quando o inimigo te bombarda, um oficial, que tem um pouco de bom senso, faz estragare a terra os homens, espera, ou seder por terra, pelo menos, esperando que ofrano um pouco menos bersaglio. Mas os oficiales estão em pedido. Porque devono morir por o zar, como dizia o colonel, e dar o exemplo aos soldados.
120:48
O uficiente inglês raconta na batalha de Waterloo, eu visto uma coisa que chegava fruscando em meio ao grano alto. E depois, quando é uscita do campo de grano, veniva proprio verso de mim. Depois é caduta a uma certa distância. E a começou a rimbalzar e a rotular, porque a palla, se é corta, depois rimbalza e continua a venire avante. Me chegava vicino rotulando, parece uma boccia, disse esse garacinho, tanto que eu allungo o pé instintivamente para fermar.
121:22
O sergente me disse, mas não sabe, Sr. Alfiere, que a palla portava o pé.
121:30
Porque, mesmo que parece tão lenta como uma boccia, na verdade, tem uma força tal que espalha tudo o que toca. Tastoi é um oficial de artilharia, E os oficiales de artilharia, como também os artilheiros em geral, são técnicos. São gente que sabe usar uma máquina complexa, sofisticada para o tempo, que requereia calcoli, mecanismos, ingranagem.
122:00
E, como todos os técnicos, são orgulhosos das suas conheções, gostam de fazer o seu mestrado.
122:06
É um passo de guerra e paz em que Tostoi descreve uma situação em que não é uma batalha, os russos se estão retirando, mas o inimigo vem um pouco sotto, a um certo ponto tem uma bateria ferma e se decide de provar a disparar qualquer golpe para ver se o inimigo é já a tiro. E bem, vamos um pouco a fim do que porta, capitão, disse o general, envolvendo-se a um artigliere. Distraete-se um pouco. I servente e i pezzi, comandou o oficiale.
122:36
Depois de um momento, os artiglieri acorsaram alegramente os seus fogos e carregaram os canones. Número 1, se o dê o comando. O número 1, rinculou bravamente. O canone vibrou com um rumo metalico assordante. A granada passou fichando sulle testes de todos os nossos, que eram mais abaixo, e muito antes de chegar o inimigo mostrou com o fumo o ponto onde era caduta e scoppiou.
123:04
I visi dos soldados e dos oficiales se fecero alegres a aquele rumo. Depois de que, Thalstoi, conta também o que quer dizer que se fossem sob o fogo do canone. Capete o que significa? Significa que você está ali, fermo, os seus ordens são de estar ali e o inimigo te dispara. De novo, não são armas como aquelas de hoje. Hoje, se um regimento permanece sob o fogo de uma bateria de artilhaia por um minuto, vai ser espalhado.
123:37
Então não é assim.
123:38
Se você é fortunado, o 90, o 99% dos golpes vão troco cortos, troco longos, mas, no entanto, um golpe. E pode acontecer de ter restado ali por horas. É o que acontece ao princípio Andrei na batalha de Borodino.
123:59
O regimento do princípio Andrei era fra as reservas que, em verso as duas, rimasem inattiva dentro a Semyonovskoe, sob um forte fogo de artilharia. Verso as duas, o regimento, que já havia perdido mais de 200 homens, foi expostado em avançado em um campo de avena calpestado, em um tratto entre Semyonovskoe e a bateria, onde, em dia, foram foram mortos milhares de homens.
124:27
e onde, sobre as duas, era diretto um fogo intenso e concentrado de várias centinaia de peças inimigos.
124:36
Sem se mover-se daquele posto, e sem ter tirado nem um golpe, o regimento perdete ali ainda a terceira parte dos seus homens. Davante, especialmente da destra, os canones tuonavam em meio ao fumo que não se dissipava,
124:53
A festa do continente está de volta à Lisboa, agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã, na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa, a melhor gastronomia com o chefe chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente.
125:13
E daquela misteriosa zona de fumo, que copriva todo o terreno antistante, volavam sem pausa, le palle com um rápido fischio, e le granate com um lento sibilo. Às vezes, como para dar repos, passava um quarto d'ora durante o qual todas as pássas e as granates voavam oltre, mas às vezes, em um minuto, cadevam parecchi uomini do regimento e, sem tregua, se trascinavam via os mortos e se recolhavam os feridos.
125:44
Às cada novo golpe, sempre minor probabilidade de vida permaneceram para aqueles que não eram ainda mortos.
125:53
Todos os homens do regimento eram igualmente taciturnos e cupos. De rado se udava qualquer escambio de palavras fra as filas, mas também aquele taceu, cada vez que se udava um novo golpe e o grido, Barella!
126:08
A maior parte do tempo, os homens do regimento, segundo o ordem do comandante, que é o princípio Andrei, sedevam à terra.
126:16
Quem se togueva o chepi e ne allargava accuratamente e ne spianava as piegas.
126:22
Quem se bricolava a mão de argila asciutas e repulava a baioneta. Quem se levava o cinturino e stringeva a fibra.
126:31
Todos sembravano assortos em essas ocupações.
126:35
Uma vez, a atenção general se revolve a um cãozinho marrom, com a cão fielmente levada, que, comparado, não sabe de onde, correva com troto preocupado davanti às filhas dos soldados, e, a um tratto, a uma granada que colpiu vicino, mandou um strido e, abaixando a cão, se gettou da uma parte. Por todo o regimento se levaram schiamazze e strilha.
126:58
Mas distrações de esse tipo duravam alguns minutos. E os homens, por mais de 8 horas, estavam lá sem comer e sem fazer nada, sob o incumbo incessante da morte. E os visos pallidos e acíliados estavam sempre mais pallidos e acíliados. O príncipe Andrei, ao par de todos os homens do seu regimento acíliado e pallido, Passegava in su e giù per o prato que costeggiava o campo de Avena, da um limite ao outro, com as mãos dietro a schiena e o capo baixo.
127:35
Não era nada a fazer e nenhum ordem da dar. Tudo se fazia de sé. Os mortos eram trascinados dietro o schieramento, os feridos eram toltos via, os filhos se transformavam.
127:49
A batalha napoleonica, então, não é só, como dizer, a carica ubriaca, com os tambores que rullam, as banderas ao vento, que era um momento bastante terrível, não é só o estar fermo, esperando o inimigo que vem avanti, esperando o ordine de disparar, não é só a carica de cavalleria, mas é também isso, estar fermo, pedindo-se quem será o próximo.
128:14
Mas fin aqui temos falado de combate. Agora, o combate é só um dos elementos do discorso da guerra. É até mesmo um momento bastante raro.
128:24
As guerras duram muitos meses, na época de Napoleão, e os dias de batalha são apenas um dia que, de repente, punteçam uma história que, de repente, se se desenvolve em um outro modo. Uma história que quer dizer marcar, e esperar, e annoiçar, e depois de novo marcar, e manjar se vai bem, se não fazer a fome, e depois de novo marcar.
128:48
Marciar é fundamental porque a guerra se vence portando as tuas trupe lá onde você quer portar, mais em fretta do inimigo, portar mais gente de aquela que eles irão a portar ali, indovinar onde vai o inimigo e chegar antes de ele. Os soldados de Napoleão scherzavam dizendo que o imperador não vencem nunca as batalhas com as nossas brasas, ele vence com as nossas gamas.
129:12
E era bastante verdade. A velocidade de movimento, a precisão dos ordens que dizem qual estrada precisamos prender e onde precisamos chegar, é um dos segredos da vitória de Napoleão, da vitória de Napoleão.
129:27
Mas também, da outra parte, da parte dos russos, a guerra quer dizer marcar.
129:32
Da parte dos russos, em modo particular, Porque nós estamos contando, ao início temos contado a batalha de Schongraben, Tastoi raconta a batalha de Austerlitz, estamos na atual República, entre l'Austria e a República Checa, e o esercito russo é chegado lá, da Russia, a piedade. Prima ainda de poder começar a combater, o esercito russo, fez por meses, a piedade, a strada da Russia até o Occidente.
130:05
E, naturalmente, é um esercito que marcha por todas as milhares de quilômetros, por todos os meses. E, cada semana, os soldados devem ter de manjar e beber, e deve ter de manjar para os cavalos. E, quando as escasas são rotas, devem ter de novo. E, quando as escasas são feitas, devem ter de novo. Quando as escasas são feitas, devem ter de novo. Eu, por isso, não me fermero muito. Mas tenham conto que ter em campo um esercito é um enorme esforço administrativo e logístico. que obviamente comporta grandiosos apaltos, grandiosos profissos.
130:39
Uno dos modos mais rápidos para arricchirse é o dos forneiros militares. Prendi os apaltos, mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais Tanto é de isso que fala. Tem uma cena em particular, que agora não estou a ler, mas que é emblemática também de um outro dos problemas da vida militar, e que é o fato de que não sejam mais seguro de fazer a coisa giusta, e não sejam mais seguro de ter entendido o que queriam de você os superiores.
131:20
Qual é a história?
131:22
É a história, à vigília da batalha de Austerlitz, de um regimento russo que chega ao fronte, e esse regimento é, em condições desastrosas por essa interminável marcha, a subsistência dos caros aleados austríacos, os tedescos, devem fornecer scarpe nuove, porque o regimento é escalso, depois de todas as milhares de quilômetros, não são chegadas, E, apenas chegado o regimento, apenas acampado na noite onde estava acampado, chega l'ordine.
131:57
Domingo, o comandante em capo, Kutuzov, quer passar em rassegna. A este ponto, o colonel do regimento raduna os uficientes e discutem. O que devemos fazer? Devemos apresentarmos assim como estamos? Ou devemos apresentarmos em alta uniforme? Porque cada soldado, no zaino, tem, como dizer, o lucido, todos os peços de recambio, a divisa de lusso, tudo no zaino.
132:24
E o consiglio dos comandantes de companhia decide, no, se passa o comandante em capo, passará-se em rassegna, apresentá-se em alta uniforme. E por toda a noite os soldados, distruti da estancheza, estão ali a pulir, lucidar, sistemar, cada peço de equipamento. O mattino depois, o regimento parecem apenas usado da Pietroburgo. Scintilante de oro e de decoración. L'unica coisa que não podiam limitar são as scarpe. As scarpe são a pez e não tem modo de ter de novo.
132:56
Por isso o coronel é muito preocupado. Arriba o general Kutusov, acompanhado dos generales austríacos, passa em rassegna, e continua a indicar aos generales austríacos as escarpas dos soldados, os soldados escarsos. O colonnello é angustiado. Poi, por fortuna, o comandante in capo se ne vai sem haver feito nenhuma crítica.
133:22
O que não sapeava o colonnello era que Kutuzov queria mostrar o regimento aos aliados austríacos para fazer ver que as trupe austríaca, as trupe russe, eram em condições desastrosas e não podiam assolutamente enfrentar o combate, era necessário retirar e riposar por um tempo antes de combater. Então Kutuzov desiderava que o regimento fosse no estado peggiore possível. Mas o coronel não poteu indoviná-lo. Por fortuna, eram as escas, e então, pelo menos, são as escas.
133:51
E as escas eram, após, o fruto do fato de que o esercito havia marchado por meses, a piedade, nas péssimas stradas da Russia e da Europa Central.
134:04
A guerra, dunque, é marcha, fatica, cammino, strada.
134:09
A guerra é fama.
134:11
Porque a coisa que deveria chegar, além de terça qualidade, não chega.
134:17
E a fama e a maldade são, na verdade, o verdadeiro motivo por que a maior parte dos soldados moram ou terminam em hospedais em guerra. Em todas as guerras de esta época, na guerra napoleônica como na guerra civil americana, quando ormai temos uma estatística, e as estatísticas são terrificantes. Mas ainda ainda na Primeira Guerra Mundial. Na Primeira Guerra Mundial, que pur é tão distruttiva, com 600 mil mortos que teve o esercito italiano, se estima que al menos 100 mil siano de maldade.
134:48
Nela guerra napoleônica ou na guerra civil americana a proporção é ribaltada. A maioria dos que moram em guerra moram de maldade. O regimento de Pavlograd e o regimento de Ussari, em que serve Nikolai Rastov, um dos protagonistas da geração giovane do romance, o regimento de Pavlograd, negli escontri, havia havido apenas dois feridos. Mas pela fome e pela maldade perdete quase a metade dos homens.
135:22
Os hospedais se eram tão seguros de morir que os soldados, febricitantes e gonfios para o catedrinho, preferiam fazer o serviço, trascinando-se a stento ao seu posto, piuttosto que indo aos hospedais.
135:38
Já da mais de uma semana era o último resto de biscoço e se ne dava só meia libra a testa e as patas mandadas com o último convolvio eram geladas e germogadas. Os cavallos já da mais de uma semana se nutrivam só com a paga dos téticos das casas.
135:59
Eram horrívelmente magra e coperta ainda de arrufado pelo invernal.
136:06
Isso significa também uma outra coisa. Significa que um esercito em movimento saccheggia todo o território através do que passa. É inevitável e impossível impedirlo. Podem ser ordens draconianos, os soldados, ou seja, portam via tudo. Entram na polaia, portam via le gallina, amazam no bestiame. Em geral, os contadinos se ne vão quando se aproxima um esercito. E a maior razão, os soldados entram nas casas, tiram giú as entregas das finestras e as portas para acender o fogo no pavimento e portam via tudo o pouco que os contadinhos podem ter dimenticado.
136:40
Isso vem feito sistematicamente, mesmo que ninguém quer, no sentido que essa é uma época civilizada. em que os civis vêm rispettados, em que absolutamente nenhum comandante se sofrereia de organizar a presagia contra os civis, a menos que não disparassem todos eles por primeiros, em que a guerra é uma guerra que fazem aqueles em uniforme e não há, como dizer, não há aquelas atrocidades espaventosas que caracterizam, inclusive, as guerras do novecento. Certo, ci são insurrezioni de contadini e, então, rapresagie, fucilazioni, mas nele insieme é um mundo que se ilude de poder fazer a guerra em modo civilizado.
137:19
Mas quando chega um esercito, escapa tudo o mesmo.
137:24
E aqui, Tostoi começa a introdurre um tema que a ele é extremamente caro, com o qual vou deixar esta leção. É o tema de que o que devem fazer os generales.
137:39
Tal Stoi ha ideias muito suas e muito particulares sobre isso. Reassumendo, depois veremos um pouco mais em detalhe, a ideia de Tal Stoi é que, menos fa um generale, melhor é. Porque tanto a guerra é um caos total, ninguém pode entender nada, ninguém pode padronizar. O bom generale é o que assegna as coisas e assegna as coisas para o seu verso.
138:04
E assim, colocando em cena, a um certo ponto, a campanha do 1812, presenta uma vinheta em que Kutuzov, de novo comandante em capo, asolta os rapportos dos seus oficiales, asolta, sonnecchando, a um certo ponto se adormenta, Tostoi é contentíssimo, é o que deve fazer um general, são todas as coisas inutadas com os rapportos.
138:28
O único ordem que durante aquele rapporto Kutuzov díde de sua iniciativa, liguava os saccheggi das trupe russe, que são em Russia e saccheggiam, naturalmente.
138:42
O generale de serviço, na final do rapporto, apresentou à sua Alteza Sereníssima, Kutuzov, Príncipe, uma carta da firmar, relativa à samba que deveriam pagar certos comandantes de trupe de linea, na instância de um proprietário, por certa avena verde, que era stata tagliada. Os soldados estavam no grano nos campos, ainda se ainda não é maturo, não importa, moramos de fome.
139:11
Os proprietários chiedem o indennizzo. A requerida de indennizzo faz o seu percorso burocrático e chega ao tavolo do comandante em capo.
139:19
Kutuzov, depois de ter sentido esse assunto, schiocou as labas e escosse a testa. Gêta-lo na estufa, no fogo.
139:30
E te lo digo uma vez por todas, Colombello, disse. Todas essas práticas, gêta-lo no fogo. Que taglino grano e brucino legna a piacimento. Queste coisas não me ordeno, nem me permito, mas não me posso punir.
139:46
É impossível impedirle.
139:48
Quando se spacca a legna, os trúcioli voam.
139:53
A festa do continente está de volta à Lisboa, agora com a festa na praça.
140:07
Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã, na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o chefe chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente é de toda a gente.
140:23
de dizer que tornerá de moda e que se sentirá continuamente quando, em época staliniana, quando a gente finisce em lager, por um nada, por um nada, e o comentário é, quando se spacca a legna, volam as schegas.
140:41
Como dizer, não tem nada a fazer, os casos individuales não podem ser presos em consideração.
140:50
Dicevo que Trostoi é convinto que o comando é uma coisa assolutamente inutile e que os bons generales são aqueles que não fazem nada. Eles representam mais vezes aqueles que ele considera os melhores generales russos, Kutuzov, o príncipe Bagration, que seguem o andamento da batalha e a qualquer rapporto que chega, dizem, vai bem assim, vai bem assim. O regimento se é retirado, vai bem, vai bem, e dizem, todos intorno a eles trago fiducia e segurança da essa tranquilidade do comandante, que deve ser, após, a única coisa que o comandante demonstra.
141:26
Ne deriva que Tolstoi é extremamente esprezante Verso uma certa categoria de pessoas Cioè eu e aqueles que fazem o meu mestre, os historicos I quali têm o vizio de raccontar as guerras Dicendo que o general decise isso Ordinou que o outro Commise que o errores Sbagliou a ordenar de prender aquela strada anziché que o outro Tolstoi é sicuríssimo que essas são todas frotas Não funciona assim E c'è um belo exemplo, é um pouco longo, mas eu vou ler porque é bellíssimo, de aquela que é, segundo ele, a situação do comandante que, em teoria, deveria prender uma decisão e dar um ordem.
142:12
Os estudiosos militares dizem com muita seriedade que Kutuzov devia dirigir o esercito na estrada de Kaluga e não naquela que, em vez, depois eles foram presos.
142:26
E que, anzi, alguém havia proposto esse desenho.
142:29
Mas um comandante em capo, especialmente em um momento difícil, tem em um desenho não apenas um desenho, mas sempre dezenas a um tempo. E todos esses desenhos, baseados na estratégia e na tática, ne contradicem um outro.
142:46
Sembrerebbe que a obra do comandante em capo consistia apenas no escolher um de esses desenhos. Nem isso ele pode fazer. Os eventos e o tempo não esperam.
143:01
Muitamos que o 28 propõem de passar pela estrada de Caluga.
143:05
Mas, intanto, arriva um aiutante de campo, do general Miloradovic, a perguntar se se deve impeçar subindo a ação com os franceses ou retirar-se. Ele deve impartir-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se- Mentre um coriêre porta da Pietroburgo uma letra do imperador que não amende a possibilidade de abandonar Mosca.
143:40
E, de outra parte, um rival do comandante em capo, aquele que lhe mina o terreno sotto os pedidos, e de pessoas similares, não uma, mas muitas, propõe um novo desenho, diametralmente oposto ao plano de passada pela camada de Caluga. E, intanto, as forças do comandante em capo requeram um pouco de sonho e de restouro. E um respeitável general, saltado em uma distribuição de recompensas, vem a lamentar. E os habitantes do país suplicam de ser difesidos.
144:12
E um oficial mandado a examinar os lugares, referindo absolutamente o contrário do que disse que disse o oficial mandado antes de ele.
144:21
E um informatório, um prigionário e um general, reducido por uma reconhecimento, descrivam todos de maneira diferente a posição do inimigo.
144:35
Não tem nada que diga mais fastidio a Tolstoi dos históricos militares que credem que os avanços de uma guerra se possam descriver como uma sequência de ordens liberamente dados da mente geniale do comandante, geniale ou menos geniale, a seconda de quantos erros fa.
144:50
Não tem nada que diga mais fastidio do culto do grande general, do condottier. E, como dá fastidio a Tolstoi, dá fastidio também ao príncipe Andrei, que, de tanto em tanto, é um dos portavoces do autor.
145:04
Estamos de novo a um escambio de ideias entre o princípio Andréi, com o seu cinismo e a sua freddeza lucida, e o ingenuo e entusiasta amico seu, Pierre Besuchov. Parlano do novo comandante em capo, nominado da Lozar.
145:22
Dicono que seja um condottiero abile, disse Pierre. Não entendo o que significa um condottiero abile, disse com ironia o princípio Andréi.
145:33
Quando ti ero abile, disse Pierre, mas sim, é colui que prevede todos os casos, sim, que indovina os pensamentos do adversário.
145:42
Mas isso é impossível, disse o príncipe Andréi, como se a questão fosse resolta da um peço.
145:49
Pierre o guardou com maravilha.
145:52
Eppure se diz, rispose, que a guerra é similar ao jogo dos escarcos. Sim, disse o príncipe Andrei, mas com essa pequena diferença, que ao jogo dos escacos, antes de cada moça, você pensar o quanto quer, que lá você fora das condições de tempo. Não usavam ainda os orologia da campeonato do mundo dos escacos, evidentemente.
146:14
E ainda com essa diferença, que o cavalo é sempre mais forte da pedina, e que duas pedinas são sempre mais fortes de uma. Mentre em guerra, um batalhão qualquer vez é mais forte de uma divisão e qualquer vez é mais debole de uma companhia. A força relativa das trupe não pode ser conhecida por ninguém.
146:34
Que é de novo o discorso do moral.
146:37
O moral dos homens é o que decide se mil escaparão davanti a cento ou não. É o que decide quem escapa primeiro. E essa coisa não se pode saber até quando não o vejo acontecer. Isso, pelo menos, é o que é convinto Tolstoi.
146:57
E dunque não cê ciência da guerra, não cê ragionamento possível sobre a guerra, não cê descrição possível da guerra que não seja a descrição de um caos incompreensível, onde as coisas acontecem porque acontecem por effete de uma sonda de forças caotas que ninguém padroneja.
147:21
Bem inteso, eu não sou lontano do suporte que estou, esageri, né? Tuttavia, aqui estou contando o que pensava ele e o que escreve em Guerra e Pace, e ele, em Guerra e Pace, escreve isso. Naturalmente, isso implica também para um russo uma especial satisfação, porque os grandes espertos da ciência da guerra são os tedescos. E então, a maior razão, Tolstoi pode prendersi o piacere de descrever esses assurdo tedescos. É a grande cena do Conselho de Guerra antes da batalha de Austerlitz, onde Kutuzov dorme.
147:58
Os outros generales russos se guardam intorno com impazia e um general tedesco, austríaco, legge em tedesco o complicado ordem de operações que foi estabilido para fazer em modo que cada reparto exigua exatamente os ordens previstas. Para ser, como dizer, ainda mais antipático, Talstoi o mette em tedesco. L'ordine del giorno, mezza pagina, di erste colonne, marchiat, di zweite colonne, marchiat, etc., etc., mentre intorno tutti dormono, si guardano, tamburellano, guardano l'orologio e aspettano che finisca.
148:39
Napoleone sarebbe stato in parte d'accordo.
148:42
Certo, Napoleone non era d'accordo che non ci fosse il grande generale. Il grande generale, quello che prima degli altri indovina.
148:50
quem olha e indovina, lá são mais deboli, lá estão começando a vacillarem, em aquele ponto, se forzamos ali, crola tudo, isso era o genio de Napoleão, o resto era organização, trabalho duro, trabalhar com as cartas geográficas, com o compasso, com as tabelas, o orologia, com a bussola, com tudo, com os movimentos, com os tempos, com os tempos, mas o colpo d'occhio, Napoleão, mas, seria de acordo que é inútil fazer planos complicados antes da batalha.
149:23
Não há, dirá, nenhum plano que resista 10 minutos depois do encontro com o inimigo. A guerra, do resto, é uma de aquelas situações? Não são muitas a aquele nível. Força na vida econômica de hoje alguma situação simila tem, mas não acredito a aquele nível. A guerra é a atividade humana em que você Cerchi de fazer algo e, davanti a te, cê é qualcuno, o cujo único scopo na vida é de impedirte-lo.
149:50
E, então, é inutile programar. A quem lhe chiedeva como se fanno os planos de batalha, Napoleão respondeva, bom, on s'engage, e puis on voit. Se começa e depois se vê.
150:01
Tudo isso, naturalmente, e chiudiamo, e scusatemi se vi ho tenuto così a longo, implica anche un giudizio, l'ho já acenado, mas diciamolo, sul trabalho de lo histórico.
150:12
Al di lá do desprezo que Tolstoi tem pela categoria dos históricos militares, é innegável que havia capido muito bem uma coisa. As testemunhas de aqueles que eram ali, que são um dos fundamentos do nosso trabalho e da reconstrução dos fatos, são sempre inafidáveis.
150:31
Aqui se vê apenas Nikolai Rostov, O qual, depois da sua primeira escaramuccia, Schoen Graben, a batalha com que começamos, partecipa também a Nicolai, partecipa a um combate contra a cavalleria inimiga e depois, naturalmente, raconta. Raccontou a sua acção de Schoen Graben, como de solito, racontam a uma batalha, com os que haviam preso parte. Cioè como deveriam ter vindo que fosse andada, como não têm sentido falar de outros narradores, como é mais bela da contar, mas nada é feito como é estava.
151:12
E Tolstoi se dilungou, e disse, Nicolai era um garoto sinceríssimo, não havia mai ditado uma bugia. Mas não tinha nada a fazer. Ele teve trope imagens em testa, trope conhecia as aspas das interlocutores. Na final, o racconto devia ser assim. Nicolai continuará a fazer a guerra também nos anos próximos.
151:30
Continuará a contar, mas, como dizer, com um pouco de pudor, man mano que capisse.
151:37
Rastov, depois da campanha de Austerlitz e da 1807, sapeva, por sua própria experiência, que, contando fatos de guerra, todos mentem, como mentava ele mesmo quando li contava.
151:53
Poi aveva bastante experiência para saber que, em guerra, tudo acontece em modo bem diferente da como podemos imaginar e contar.
152:04
Um pouco desolante para quem faz o meu mestido, evidentemente, mas temos que ter o perdido. O que acontece? O fato é que, para fazer a guerra, são seres humanos, com as suas mentalidades, os seus sentimentos, as suas ideias, as suas palavras, e essas coisas se possam provar a conhecer, como se conhecia bem tal Stoi.
152:26
Chiudo com uma leitura que nos reporta de onde estamos partidos, em mezzo aos soldados, em mezzo à visão do mundo, às ideias, às palavras dos soldados. Estamos durante o inseguimento dos franceses, em retirada durante a campanha de Russia. Hoje se ne são presos bastante de franceses e não tem um que tenha de veres escarpe, a dir a Schietta. De escarpe não tem que o nome, disse um dos soldados.
152:54
Hanno preso todos os cosacos. Hanno repulido l'isba para o colonnello e li hanno portados via. Fanno pena a vedere, ragazzi, disse um soldado.
153:03
Li hanno spogliati. Uno era vivo ancora, lo credi? E borbottava qualcosa, all'uso suo.
153:10
Ma é gente pulita, ragazzi, disse o primo. Bianchi, ecco. Bianchi como la Betulla. E ce ne sono de valorosos e de nobili.
153:20
E tu cosa credi? Lui?
153:22
Lui é Napoleone, naturalmente. Lui li ha presi da tutte as categorias.
153:27
E não entendem niente de o que dizemos nós, disse o primeiro, com um sorriso de estupor. Eu digo, de que país siete? E ele borbota a sua maneira. Estranha gente.
153:40
É uma coisa bofa, meus amigos. Continuou aquilo que se estupiva da sua biancheza. I contadini racontavam, sob o Majajsk, como haviam começado a tomar via os mortos, onde estava a batalha. E sabe o que eles disseram? Figurati, os mortos eram estavam ali por um mês.
153:59
E bem, eles disseram que eram biancos como o cotone, pulidos e sem nenhum odor.
154:05
E eles, dizem, biancos como o cotone, e nenhum odor.
154:36
Todos tacuero.
154:38
Deve ser por via del mangiare, disse o sergente. Mangiavano da signori.
154:44
Nessuno obiettou.
154:46
Diceva aquele contadino lá, a Majaisk, onde foi a batalha, que mandaram uomini da dieci villagi e que por venti giorni portaram via i morti e não li portaram via tutti.
154:58
Foi uma verdadeira batalha, disse um velho soldado. C'era de que contar. Mas depois... É stato soltanto per tormentar a gente. Davvero, zio? Ierl'altro li abbiamo attaccati. Non aspettano que se arrivi fino a loro. Subito buttano via i fucili. E in ginocchio. Dicono, pardon!
155:19
Questo é um dettaglio autentico e confermatissimo. In combattimento, gli altri te arrivano addosso e ti ammazzano. Con una baionettata o con una sciabolata. Ma se uno si arrende, in linea di massima...
155:32
Boa habilidade requer de risparmiar. O modo normal de arremessar nas batalhas napoleonicas não é tanto de alzarem as mãos quanto de botar-se em ginocchio. E gritar perdão, que é um termo técnico, quer dizer graça para quem se arremessa. Eccoti só um exemplo.
155:52
Contam-se que Platov, o legendário Ataman dos Cosacchi,
155:56
A festa do continente está de volta à Lisboa. Agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o chefe chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente.
156:20
Mas não sapeva a palavra magica. O apresou, o apresou. Mas, olha que nas suas mãos diventa um uccello. Vola via e volta via. E também de amarrá-lo não tem modo. Sei bravo a spacar frotas, Kiselyov.
156:33
Mas que frotas? É a pura verdade.
156:35
Se avessi potuto fare a modo mio, dopo averlo pigliato, lo avrei messo sottoterra, com um palo de tremolo. Avete presente, na cultura slava, a ideia do vampiro, do morto vivente, que volta e que, para eliminá-lo definitivamente, precisa trafíger-lo com um piô-lo no cuore.
156:54
Napoleone, ou polione, como dizem os soldados, como, appunto, uma espécie de vampiro. Quanta gente ha rovinado A faremos finita o mesmo. E não a escaperá, disse sbadigando o velho soldado. A conversa terminou e os soldados se acomodaram para dormir. Guarda quante estela e como luccicano.
157:19
Si diria que as mulheres têm esteso a biancheria, disse um soldado, amirando a Via Lattea. Quer dizer, ragazzi, que o ano será boa. Obrigado.
157:34
Obrigado pela confiança, mas espera... Então... Então, Napoleão e suas suas tradições, suas e suas tradições de todos aqueles que o amaram e odiaram e que ainda hoje continuam a amá-lo, e algumas vezes a odiá-lo, por motivos mais diversos. Eu começarei a um dia específico da vida de Napoleão. O 13 de outubro 1806, Napoleão era à Iena, em Turinja, Iena era uma cidadã de província famosa porque era a sede de uma universidade, era uma das mais antiga cidadã universitária tedesca, mas, além disso, era uma sonnolenta cidadã de província, até aquele dia.
158:18
Aquele dia, em vez, Iena era em preda ao caos e ao panico, porque Napoleão era em guerra contra a Prússia e, no dia antes, as trupe prussiana haviam evacuado Iena E agora Iena era invasa da grande armada e que lá bruciava. E o 13 de outubro Napoleão atravessa a cidade e vai a bivacar com seus soldados pouco oltre, em que amanhã, o 14 de outubro, será o campo da batalha de Iena, em que Napoleão anientará o esercito prussiano.
158:54
Quel 13 ottobre, obviamente, c'è la folla in strada, que guarda passare Napoleone. E fra aquela folla c'è anche un uomo, que Napoleone não havia mai sentido nominare, mas nós sim. Si chamava Georg Wilhelm Friedrich Hegel. Aveva 36 anos, Hegel. Não era ancora o mais famoso filosofo dos seus tempos, mas o estava já diventando. Aveva apenas terminado de escrever a fenomenologia do espírito. Agora Hegel é fra aquela folla que vede passare Napoleão e depois escreve a um amigo uma frase que vem sempre citada em um modo leggermente impreciso.
159:31
De solito se diz Hegel, escreve à amica de haver visto aquele dia o espírito do mundo a cavalo. E na verdade a frase precisa é esta. L'imperador, esta anima do mundo, Weltsele, L'ho visto cavalcare attraverso a cidade para andar em reconhecimento. É uma sensação maravilhosa ver um tal indivíduo que aqui, concentrado em um ponto, seduto em um cavalo, se irradia no mundo e o domina.
160:09
Hegel é também um personagem controverso, como dizer, padre do marxismo ou padre do nazismo, tanto para simplificar. Nós rischamos sempre de caricaturá-lo, Hegel, como o ideólogo do Estado totalitario. Na verdade, era também um homem que o 14 de julho, o dia da presa da Bastilha, sempre continuou a brindar em honor da revolução.
160:34
E quel giorno, e quel giorno é difícil de dizer se é piuttosto l'ammiração por um Napoleão que encarna a revolução, mas forse ainda mais, Napoleão encarna o que Hegel sempre cercou, o senso da história. L'idea que ci sia unha unitá, um assoluto da conquistar, um fim unitario da história. Hegel andará sempre a caccia de esta coisa e, no dia, no 13 de outubro de 1806, ele acredita em ver que o metino a cavalo que, no momento, para ele é o anima do mundo.
161:09
É o mesmo homem que, de lì a poucos anos, os tedescos, na sua guerra de liberação, odiarão e caccerão como um tirão.
161:19
E da hora em depois, não se é mais smesso de adorar Napoleão como o herói do mundo novo, de amirá-lo como o homem que, a um certo ponto, a prisão a história e a girar a sua direção, ou de adorá-lo como o parvenu, como o sanguinário militarista, violento, fucilador de ribellos. saccheggiatore di opere d'arte, a me da quando mi capita di parlare in giro di Napoleone mi capita anche di ricevere lettere che dicono ma non si dimentichi cosa ha fatto Napoleone, dal Veneto per esempio, a noi veneti, ecco, quindi Napoleone ancora oggi, come allora, è odiato, è amato, ma in modo trasversale, Porque, como se dizia, a segundo dos pontos de vista, Napoleão encarnou a revolução e os seus valores, a liberdade, a igualdade, a laicidade, a república, ou a tradição.
162:20
E é estado odiado apenas porque é emblema de uma revolução sovversiva e sanguínea, ou é estado odiado como traditore de aquela revolução.
162:31
Nós não podemos, naturalmente, pretendermos de descobrir quem era realmente o homem Napoleão, como se depois...
162:40
um ou qualquer de nós se pudesse reassumar em uma definição. Como se não sabéssemos todos que cada personalidade é contraditória e que cada posição política pode mudar no tempo. Napoleão ne mudou tantos de posições políticas. É estado revolucionário, jacobino, robespieriano, cioè sostenitório da fazenda estremista da revolução, sostenitório do terrorismo. Tanto é verdade que quando o terror terminou e tem a svolta de Termidor e Robespierre terminou a ghigliotina, e bem, também Napoleão terminou em prisão e rischia a ghigliotina.
163:18
Como revolucionário estremista, estamos no 1794, 10 anos depois, no 1804, o revolucionário estremista será coronado imperador dos franceses.
163:35
O ponto é que Napoleão não pretende da coerência teorica. Napoleão é um pragmático.
163:41
Insisterá sempre e por toda a vida que as ideologas são um erro. Ideologia para ele, ideologo, não ideologia, mas ideologo para Napoleão é uma palavra. Nel 1806, falando com um político tedesco, Napoleão lhe diz Voi, outros ideologos, agite segundo sistemas preordinados. Eu sou um homem pratico, afirro os eventos e os pingo longe até onde possam chegar.
164:13
Eu acho que nesse pragmatismo extremo de Napoleão ci seja também o fato que ele é, innanzitudo, um militar, um homem de guerra, que conhece muito bem a guerra e sabe que em guerra não se pode agir segundo um sistema.
164:27
Outra citação de Napoleão, guai a aquele generale que descende em campo armado de um sistema.
164:34
Na guerra precisa ir sem prejuízo, sem piani. A Napoleão chiedem algumas vezes, mas como se faz um plano de batalha? Napoleão se mete a rir, se começa e depois se vê.
164:45
On s'engage, puis on voit, testuale.
164:49
Então, esse homem pragmático porta o mesmo pragmatismo na política. Foi um revolucionário estremista, terrorista, terminou em galera, foi escampado a gilhotina por um pelo, mas foi criabilitado, porque de militares, também o novo governo, depois Termidoro, precisou de militares, e esse militares faz uma rapidíssima carreira, porque é muito bravo no seu mestrado.
165:17
E essa carreira culmina com a campanha de Itália do 1796-1797, uma série de vitórias balordativas, por que o nome, não ainda de Napoleão, mas de boa parte, é na boca de todos, em França, em Europa. Ora, este militar, jovemíssimo, mas ao vertice do successo, capisce subito que a próxima ocasião não é militar, é política. Capisce que em França todos são estanchos, são estanchos do desordine, do incertezo, do continuo mudança de governo, são estanchos do litígio dos partidos, são também estanchos da ghigliotina, ou seja, do fato que quem faz política rischia a pele.
166:01
E Napoleão intuísse que a gente, na França, a vontade de uma solução. E a solução pode ser o homem forte, o homem forte que, na espalha, há o esercito e há a glória das vitórias.
166:14
Napoleão tem uma ideia claríssima sobre isso, já é ainda em Itália, no 97, e já escreve que a França precisa de um capo que se tornou para a glória e não para teoria de governo, frases, discorsos de ideologia de que os franceses não entendem nada. Hoje o chamaremos um populista.
166:42
É um populista extremamente concreto que, sob a base de essa intuidade, decide de ir avançar. Passam dois anos da quando escreve essas frases, 97, a quando o 18 brumaio do 99 faz o colpo de Estado. Ou melhor, não ele só. Os fratelos Bonaparte fazem o colpo de Estado, porque fundamental é o seu fratello Luciano.
167:07
Luciano, que, então, é presidente da Assembleia do Conselho dos Cinquecento, Presidente de aquela assembleia parlamentar que seu fratello Napoleão, em acordo com ele, fará disperdere dai granatieri, botando fora da sala, a força, os deputados. Luciano é o mais inteligente dos fratelos de Napoleão e, infatti, não a caso, é o que Napoleão finirá por alentanar, por meter em disparte, porque é o único que poderia dar ombra. E dunque, no 18 brumaio de 1999, os fratelos Bonaparte abatam o regime do diretorio com um golpe de estado militar, incruento, e Napoleão diventa primeiro consul.
167:52
A opinião pública é satisfatória.
167:55
A França quer estabilidade, paz, segurança. Que se a hora de terminar a revolução, são de acordo quase todos.
168:04
E os políticos que sostengam Bonaparte, que intanto está diventando Napoleão, naturalmente, os políticos que sostengam Bonaparte não se estancam de explicar à opinião pública que isso é o que significa o colpo de estado de Brumaio. Todas as conquistas da revolução são garantidas, mas basta com a revolução permanente. E sentem que tipo de discursos fazem à opinião pública os sostenidores de Napoleão?
168:31
Avremo a república, uma e indivisível, a liberdade e l'eguaglianza, o sistema representativo, a segurança e a liberdade das pessoas e das proprietárias, a liberdade de stampa, de comercio e de industria, a redução das despesas e a diminuição das impostas.
168:54
são passados 220 anos, o programa político de base de opinião pública nos grandes países occidentais, bem ou mal, continua a ser aquele.
169:05
Vamos tudo isso, mas não queremos mais a revolução. Ormai a revolução está se tornando uma boa palavra, porque as conquistas são e ormai são andadas por descontadas, e na revolução se lembra a ghigliotina, se lembra a anarquia, Já há anos é possível falar mal da revolução sem rischiar nada em França. O mesmo Napoleão já no gennaio de 1997.
169:31
Em Itália, escrevendo ao Congresso Cispadano, da qual nascerá a República Cispadana, já no gennaio 1997 Napoleão, comandante da Armada d'Itália, promete à Itália que os franceses são vencidos a portar aos italianos a liberdade sem a revolução e seus crimes.
169:57
Quer dizer que a revolução é sido errada? E não, naturalmente! À este ponto, fica muito difícil de encontrar uma coerência. Napoleão, depois, não se é mais picado de coerência nas suas afirmações públicas. Napoleão não é um profundo. Vou contar esse episódio. Napoleão se encontra a passeio à Hermenonville, onde é sepulso Rousseau. E Rousseau é percepido largamente como um dos inspiradores da revolução.
170:23
E durante essa passegada Napoleão escapa de dizer, falando de Rousseau, seria melhor para a tranquilidade da França que ele não fosse mais existido.
170:35
É ele que preparou a revolução francesa.
170:40
Napoleão é ainda primeiro consulado, não é ainda imperador. Quem é com ele scherza, dizia, não pensava que o primeiro consulado, como dizer, falasse mal da revolução.
170:50
E Napoleão continua...
170:53
Forse l'avvenire dirá se per a tranquilidade do mundo não seria melhor que nem Rousseau nem eu fossem mais existidos.
171:03
A festa do Continente está de volta à Lisboa.
171:09
Agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o Continente dá palco a todos os gostos com música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o Chef Chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente.
171:25
...de lucididade, de consapevolezza. Napoleão falava muito e aos políticos que falam muito, acaba de dizer a primeira coisa que ele vem em mente.
171:36
Mas, na verdade, essa insista sobre tranquilidade é uma espia da contraddição de fundo do papel de Napoleão.
171:46
Porque Napoleão se vende aos franceses como o homem que finalmente dará a paz.
171:54
a tranquilidade, a segurança, a paz.
171:58
Mas é um capo militar o que promete a paz.
172:02
É um capo militar a qual fama e a qual glória se basam esclusivamente na guerra. Então, Napoleão é um belo insistir no seu papel do pacificador. Agora, sob o seu regime, não são mais as fazões, não são mais os litigios.
172:19
Suo fratello Luciano, no 1800, Luciano é ministro de interno, o repito, bem presto seu fratello o mandará em pensão, porque não quer. Mas agora, estamos subindo depois do golpe de Estado, Luciano ainda tem um papel importante. E no 1800, ano de Marengo, Luciano dichiara em um discorso a París.
172:40
Ecco o senso do 18 brumaio. Le divisiones são sempares.
172:45
Tudo isso que é fazioso se esconde, tudo isso que é francese se manifesta.
172:52
Quem ama a glória da patria é acolto e protetido. Mas, apunto, a glória da patria. E Napoleão encarna a França porque ele conquistou uma glória mortada no campo de batalha.
173:09
Esta glória é de todos, Napoleão, é uma parte essencial da legenda de Napoleão, o fato de que a glória não é sua, a glória é de toda a grande nação. Talleyrand, que era um dos mais astutos entre os políticos em circulação em quei dias, l'ava disse já quando Napoleão era tornado da Itália, no 97. Não era ainda Napoleão, Bonaparte era tornado da Itália, no 97. E já então Talleyrand...
173:38
Diciara, todos os franceses têm vindo, com boa parte, a sua glória e propriedade de todos.
173:51
Mas, essa glória em que guerra l'ha conquistada? Lha conquistada na guerra revolucionária, na guerra voluta da Robespierre por a expansão da revolução.
174:02
As guerras não são mais as das primeiras anos da Revolução, quando a França era invasada e devia defender-se dos esercitos prussianos e austriacos que voavam remetar no trono o re. As guerras em que brilha a estrela de boa parte são guerras de expansão para exportar a Revolução.
174:21
É a Revolução permanente de Robespierre que encarna o Armada d'Italia.
174:27
E agora o que é o protagonista de essas guerras revolucionárias promete aos franceses de liberar as guerras. Mas este novo regime será sempre um regime militar. O verdadeiro sustento fundamental do poder de Napoleão será sempre o esercito. As frases de Napoleão que sejam esse aspecto não se contam.
174:54
É o soldado que funda as repúblicas, e é o soldado que as conserva, escreveu à República Cisalpina, encorajando-la a armar-se.
175:05
E, por isso, uma das mais famosas, entre as frases celebras de Napoleão, a revolução é uma ideia que encontrou de baionete. E o colpo de estado de Brumaio é um colpo de estado militar.
175:20
não só porque são os granatérios que desgumbram o aula e colocam fora os deputados, mas porque dentro tem uma classe militar que não soporta mais de ser à mercê dos políticos.
175:36
Por anos, capite, os militares respondem ao governo rivoluzionário e respondem com a sua cabeça, porque nos anos do terror, os generales que falam, terminam na gilhotina.
175:48
E depois, depois, os generales não podem mais Se uno vai a ver o que escreveu Napoleão durante a campanha de Itália, como você vê, é uma miniera de frases que tradiscono no modo mais claro a sua visão. Por exemplo, letra a París d'Itália, do general Bonaparte. O tempo em que de vile avocados e de miseráveis pettególios faziam gilhotinarem os soldados é passado.
176:19
E se eles costringem, os soldados de Itália chegarão até París com o seu general. E dunque Napoleão não vai precisar de marcar em París com o armado de Itália, mas essa marcha em París de fato se realiza com o colpo de Estado de Brumaio. A nós, obviamente, faz a mente outra marcha, um outro capitão. Ci faz a mente Mussolini.
176:45
A ele faz a mente Giulio Cesare.
176:48
O primeiro para eles era o que. O Gilio Cesare que passa o rubicone para andar a espalhar via da Roma uma classe política corrotta e prender o poder.
177:00
E o Gilio Cesare é o modelo a qual Napoleão se paragonará por toda a vida.
177:06
No memorial de Sant'Elena, eu estou citando aqui brani da letra e discorsos de Napoleão durante a sua carreira, E agora, porém, citamos um brano dos seus recordos de quando tudo é terminado. O memorial de Sant'Elene é esse. O que ele aprende Napoleão? O que ele se lembra? Não ele aprende muito, a dizer a verdade, do fato de ter falido.
177:31
O que ele se lembra é que ele, a um certo ponto, a preso o poder em França, como o havia preso César, e que aquele colpo de Estado, dizem, é foi uma empresa sublime.
177:44
Porque diz que Cesare era na testa de um grande esercito, era já um dos politicos mais importantes de Roma.
177:52
Outro parágono que faz com Alessandro Magno, também ele, filho de re.
177:58
Mas sentem como descreve Napoleão a Sant'Elena o seu colpo de Estado, que é um simples cidadão, o qual nome, três meses antes, era desconocido a todos.
178:11
e que não havia outros aliados se não algumas vitorias, a sua fama e a consciência do seu genio, osasse projetar de impugnar da só os destinos de 30 milhões de homens, de salvá-los dai desastres, dai discordia, de prender o timão do Estado, e tudo isso sem versar uma goccia de sangue.
178:38
Senza controversia é unha impresa gigantesca e sublime, a cui se cercherebbe invano um paragone nelle cronache umane.
178:49
A Sant'Elena Napoleone ricorda o seu colpo de estado como unha impresa gigantesca e sublime.
178:56
Insomma, é o prototipo de todos os golpistas.
179:00
E quem está com ele? Com entusiasmo só o esercito. O resto da população está um pouco a ver.
179:09
Uma das grandes avanças de Napoleão é Madame de Stal, que vai em exilio, quando Napoleão prende o poder, e Madame de Stal em seguida dirá, segundo me o povo francês não tem mais amado Napoleão. De seguro não o amavam ao início, não o amavam, mas o preferavam. E ele se é sempre offerto em concorrência com outra paura, para fazer acertar a sua potência como um mal menor.
179:38
E però, appunto, o problema é que a promessa de dar a paz aos franceses é viciada em partença. Porque este homem de guerra precisa da guerra para alimentar continuamente a sua imagem e a sua glória.
179:53
Lo intuita de novo muito bem Madame de Stal.
179:57
Ele sabe viver só na agitação.
180:00
Não pode respirar liberamente que em uma atmosfera vulcanica.
180:04
Todo o seu interesse lhe consigliava a guerra.
180:08
E assim o homem que promessa aos franceses a paz, guiderá a França através de 15 anos de guerra quase ininterrotta e, na final, catastrófica.
180:22
Mas, bem inteso, nós falhíamos de grosso se considerássemos Napoleão só como um homem de guerra e reducíssemos a história do seu poder e do seu governo a uma sequência de campanhas militares. Napoleão é um homem político enormemente ativo e intraprendente e que tem uma visão extremamente clara de o que ele quer realizar e, em grande parte, o realiza.
180:50
A revolução é finita, o terror é finito, os seus excessos não se repetirão mais.
180:57
Napoleão abolisce a festa do 21 gennaio, que era o aniversário da execução de Luís XVI. Se é por isso, abolisce também a festa do 14 lugui, é a presa da Bastiglia. Será só depois do 1848 que, em França, se tornerá a festejar o 14 lugui.
181:15
In compenso, Napoleone scopre um santo desconocido do tempo dos martiri, que teve um nome vagamente similar ao seu, e convince o Papa a instituir a festa de San Napoleone no dia natal de Napoleone, no dia do seu cumpleado, 15 agosto. E San Napoleone, 15 agosto, diventa festa nazionale.
181:39
A revolução, em esse sentido, é davvero finita. Napoleão mete fine as perseguições contra a velha nobilidade, anzi, invita os nobili a alinear, a reunir-se ao resto do povo. Uma das palavras de ordem do regno de Napoleão, do regime de Napoleão é o alimão, reunir-se. Outra palavra de ordem é o amalgame, a fusão.
182:03
A velha nobilidade e a borghese litigavam, eram incompatíveis entre eles, por isso foi a revolução. Agora basta, nós criaremos uma França com uma única, vasta classe dirigente, em que os velhos nobili e os novos borghesi se troverão fianco a fianco.
182:22
E quanto à perseguição contra a chiesa, à dimensione laica e anticlericale da revolução, é a fim também disso.
182:29
Libertá de culto. Concordato. Napoleão faz concordato com a chiesa. Também aqui se vem em mente um outro, como dizer, que l'ha feito em seguido. Mas, atenção, não se torna a prima.
182:43
Remame a plena igualdade para os protestantes e para os ebrei, que até a Revolução era impensável, e que não vem afato rinnegada também no momento em que os vescovos celebram o homem da providência e a festa de São Napoleão.
183:01
Cosa mantém Napoleão ainda das suas promessas? L'uguaglianza dos cidadãos davante à lei, o controle das finanças públicas, a trasparença das finanças públicas, a defesa da propriedade privada, isso no modo mais severo. A laicidade do Estado, entre certos limites, vamos depois que na instrução esta laicidade um pouquinho barcola, mas, fundamentalmente, o impero de Napoleão permane um Estado laico.
183:32
E depois tem o Código Napoleão, para nós é um recordo de escola, certo, o Código Napoleão, todos os cidadãos têm os próprios direitos civis, propriedade, direito de família.
183:45
Ora, o Código Napoleão, nós podemos pensar que fosse, como dizer, algo que é sido affidado aos juristas, certo que é sido affidado a uma commissione de juristas, essa commissione de juristas tem 102 seduta, para elaborar o plano do Código de Napoleão. Su essas 102 seduta, Napoleão ne tem presidido personalmente 57. Não tem delegado aos juristas algo que não entendia nada. O Código de Napoleão l'ha feito ele. E o Código de Napoleão significa que?
184:19
Que são restantes, como a juria popular nos tribunais, E é uma coisa que, em vez, não nos esperaremos e que nos metem um pouco a desagio. A justiça penada, sob o Napoleão, é dura, mais dura que sob o antigo regime.
184:36
A pena de morte, os trabalhos forzados, são mais difusos, impostos e desegusos por um maior número de reatos, rispetto ao antigo regime.
184:46
É um homem de ordem, Napoleão, é uma igualdade davanti à lei, mas a lei é severa, especialmente, repito, na proteção da propriedade privada.
184:55
E depois, e depois, esse immenso impero é centralizado.
185:00
Amministração, organização. A história das palavras é interessante, nós não o esperamos, mas as palavras variam no tempo.
185:08
Balzac dirá organizar, organizar é uma palavra de impero.
185:16
Diventa uma palavra comum no uso francês com Napoleão.
185:22
É um regime moderníssimo que se ispira, imaginando a sua estrutura, às grandes escopertas contemporâneas, como o elétricidade. A catena de execução dos ordens, diz Napoleão, deve descender dall'imperador, aos ministros, aos ministros, com a rapididade do fluido elétrico.
185:44
Uma administração centralizada é deficiente. Napoleão insiste, quer resultados dos seus administradores, quer informações. Este é um impero da informação e da estatística. Todas as coisas, também essas, eram começadas no setecento com o iluminismo, mas nunca ninguém lhe fez com a prepotência de Napoleão. Napoleão quer saber tudo. Os prefeitos dos departamentos deviam mandar continuamente relações, se deve contar tudo.
186:16
A festa do continente está de volta à Lisboa. Agora com a festa na praça. Dia 12 de setembro, a partir das 11 horas da manhã. Na Praça do Comércio, o continente dá palco a todos os gostos com a música da Marisa e Napa. A melhor gastronomia com o chefe chacal e diversão para toda a família. A entrada é livre. Continente. É de toda a gente.
186:37
Os prefeitos, mandem detalhes. Muitos detalhes.
186:43
Para carreira no Impero precisa saber recolher informações sobre qualquer argumento e apresentar elas em forma estatística, porque depois o Impero produzirá publicações grandiosas como o Atlante Amministrativo do Impero Francese, 1812.
187:00
E naturalmente, naturalmente, as informações que chegam ao território, devem também informar o Imperador sobre a opinião pública.
187:11
Outra frase de Napoleão, a opinião pública é o termômetro que o monarca deve consultar continuamente. E dunque, como veem, é uma realização colossal.
187:28
Corrisponde em parte a alguns dos ideais da Revolução Francesa, em parte sim, não é a mesma coisa. Cosa resta do sonho de liberdade, igualdade e fraternidade?
187:42
Bem, deixamos estar na fraternidade que não tem mais conmoço ninguém mais de tanto e de que, em geral, não se fala mais granchê.
187:49
Liberté e égalité. Ci são no imperio de Napoleão, mas são diventadas a mesma coisa.
187:57
São o estado de direito. A liberdade é a liberdade dos abusos, das injustícias, dos privilegi.
188:06
L'uguaglianza é o guaglianza davanti à lei.
188:09
Sbagliaríamos de grosso se pensássemos que libertad, no imperio de Napoleão, quer dizer também libertad política. Não, não existem partidos, não é permessa a libera discussão, não tem a liberdade de stampa, o governo controla os jornalistas, não tem a liberdade de associação, tanto menos direito de sciopero.
188:28
É um disputismo assoluto, mas convinto de encarnar a liberdade porque os franceses não têm sobre de sé ninguém se não o Estado.
188:39
E bem inteso, tudo isso em homagem ao princípio da sovranidade popular. Napoleão é convinto que o seu impero encarna a sovranidade popular, que é um princípio justo, salvo que, naturalmente, como dizer, é o imperador que encarna a vontade do povo.
189:00
Napoleão, o primeiro dover do princípio é, sem dúvida, o de fazer o que quer o povo.
189:08
mas o povo não sabe quase mais o que quer.
189:12
Eu o sei, mas, e o dou ao povo. A um certo ponto ele chega a dizer também algo mais. A revolução tem adulado o povo, alzando-o a uma sovranidade que ele era incapaz de exercitar.
189:28
E dunque, em nome do povo, precisa saber o que é melhor para o povo, e impor-lo.
189:37
L'eguaglianza é um princípio a que acredita também Napoleão.
189:42
Um pouco no sentido em que entendemos hoje, bem inteso, a eguaglianza das possibilidades, a possibilidade para o merito de emergir sem vincos.
189:53
Su isso ele é convinto.
189:55
O governo imperiale, dirá Sant'Elena, era uma espécie de república, carriera aperta aos talentos, sem distinção de nascida ou de fortuna.
190:07
Uno diz que é um pouco como sovranidade popular, mas na verdade há algo de mais, porque o sistema tem outra base.
190:16
Com a Revolução Francesa e depois com o Impero de Napoleão, que se tornou na vida política nacional, algo que depois vai ser central para todo o Ottocentão, antes de ser superado pelo sufrágio universado como o conhecemos nós. E isso é o plebiscito.
190:36
O plebiscito é uma forma política assolutamente específica de l'Ottocento.
190:42
É aquilo que vai usado largamente, como sabemos todos, também durante o risorgimento da Unidade de Itália, para convalidare as anúnções progressivas e depois a unificação da Itália. Nós somos habituados a guardar o plebiscito com enorme diffidenza. Fin da quando Tomasi de Lampedusa, no Gatopardo, e Visconti, no filme do Gatopardo, Insiste sul fato que os plebisciti são truccados, que o único que havia votado no, o seu voto foi disparado. E certo, os plebisciti são truccados, os plebisciti são condizionados, são lontaníssimos da nossa ideia de eleições livres, segredos, mas são também lontaníssimos da tudo aquilo que era antes.
191:26
Quando mai prima un sovrano si era sognato di dire io voglio far passare questo provvedimento e quindi convoco tutto il popolo a suffragio universale e lo faccio votare.
191:42
Allora capite, il plebiscito in qualche modo incarna le stesse contraddizioni che incarna in generale la figura di Napoleone. Vista da un certo punto di vista è una democrazia imperfetta, quasi ridicola. que não merece nem o nome de democracia.
191:58
Mas são mecanismos de envolvimento e participação que são um anticamera da democracia, como a entendemos nós. As grandes fases do dominio de Napoleão passam através dos plebiscitos. 1800 para a instituição do consulado, 1802 para a vida, 1804 para o impero.
192:21
E de novo, no 1815, durante os 100 dias, Napoleão, há três meses de tempo para fazer um esercito e para fazer guerra. E em três meses de tempo, mas, trova também o modo de introduzir uma nova Constituição e sottopor a plebiscito. O plebiscito se faz um sufragio universado, maschile, bem inteso. Votam também os analfabetos, todos aqueles que têm ao menos 21 anos.
192:51
A partecipação é discutível, varia, não é mais altíssima.
192:55
Quando vai muito bem, o plebiscito para o consulado a vida, 1802, vota o 47% dos eventos de direito. É um massimo.
193:06
Quello do 1815, estamos no 22%.
193:10
Mas também aqui nós não devemos pensar no nosso sistema de hoje. Nós devemos pensar que esse povo que esce da um antigo regime, onde um re que regnava por direito divino, não se seria mais sonhado de perguntar aos contadinhos analfabetos o seu parere. Pós, naturalmente, os mecanismos dos plebiscitos são maravilhosos agora. Os votos são recolhos por escrito. registro.
193:37
Poi, esses registro chegam a París, ao Ministério do Interno.
193:42
No Ministério do Interno, em algum registro se perde, às vezes, em algum outro se faz corrigir com o cancelo.
193:51
Poi, se aggiungam os votos do Esercito, o qual, sendo o Esercito, devendo rispettar a disciplina, não vota se não coletivamente por alzada de mão.
194:02
Certo, os resultados, depois, a nós fãs sorrida. O plebiscito do 1800 para o consulado, 3.600.000 sim, 8.000 no. E, como dirá um sustentador de Napoleão, é a democracia purgada dai seus inconvenientes.
194:25
Depois que o povo participa e vota. Hão a sensação de ser presos em giro? Não acredito em geralmente. Em geralmente têm a sensação de contar algo pela primeira vez.
194:35
E assim por aqueles que vão votar por várias assembleias de departamento, de arrondimento, que cream uma estrutura administrativa local e eletiva. Dove, naturalmente, não vão os poveracos, os proprietários, aqueles que contam algo, os notáveis. O impero de Napoleão é o impero dos notáveis. É o impero que introduce esse novo conceito. Cê é um strato que comanda na sociedade, que dirige, mas não é mais uma nobilidade hereditaria. São todos aqueles que contam algo porque fazem dinheiro ou porque têm outros meridos e, então, se distacam da massa da população.
195:15
Em geral, na base de tudo, tem o conceito de propriedade. A Revolução tem confiscado as propriedades da Chiesa, por exemplo, e as mesmas em vendas.
195:25
E o objetivo é de fazer que tantos franceses chegam a poder se considerar proprietários, pequenos proprietários, é bem assim.
195:36
E essa coisa Napoleão durante todo o seu impero persegue. As suas ordínas, quando vêm após messe em vendida de lote de terra nacional, as suas ordínas, são claríssimas. Não precisa que qualquer estraricco se impadronisse de tudo. Precisamos que tantos, tantos, consigam comprar algo.
195:55
Porque Napoleão é claríssimo, em uma sociedade que é essencialmente rurale, que o pequeno proprietário de campanha diventa automaticamente um sustentador do regime e um avançador das revolucionárias.
196:11
Quando, também em Itália, vêm confiscado as proprietárias da chiesa e as mesmas em vendas, as instruções mandadas da París são o objetivo de sua maestade é de criar um proprietário.
196:26
E quando Napoleão da Parigi diz aos prefeitos, eu quero notícias, eu quero informações, eu quero detalhes, ele quer também liste, elenchi, intermináveis elenchi de pessoas. Outros regimes, na antiga, como depois no 1900, farão liste de aqueles da eliminar.
196:46
Napoleão faz as listas de que as quais se pode afinar. Ele quer saber, em cada cidade, em cada departamento, quais são os notáveis, quem são as pessoas que contam algo, que nós candidaremos para os vários consigli, a quais faremos ter cargas administrativas, decorações, recompensas, porque esse é o seto que deve ser vasto e que o imperador deve ligar a se próprio.
197:11
É o merito, o merito, o merito. Ingenier, geografi, pedagogos, artistas. Napoleão é bem claro que está criando uma desigualdade social, avalando uma desigualdade social, mas para ele não é uma desigualdade, porque quem por merito pode chegar.
197:37
Mas, naturalmente, o merito é Há também um fogo de massa. Não falamos só aqui do fato que um escultor ou um escritor, um poeta, é seguro de ser decorado, chamado a París, de receber coccole e encariche. Há também um fogo de massa para o ideia do merito. E, naturalmente, tornamos ao ponto de partença, é o esercito. O slogan, forse, mais famoso do Império de Napoleão é que cada soldado tem no zaino um bastão da marescial.
198:10
Poi é verdade, poucos soldados diventam maresciais, mas muitos diventam oficiales. O esercito de Napoleão é um esercito democrático, onde se é calculado que os tre quartos de todos os oficiales que estavam servidos sob o Napoleão, começaram de soldados simples.
198:28
E isso é algo de impensável, nos esercitos das outras potências europeias à época, não que seja impossível, mas ao máximo se chega a um 10% de oficiales que fizeram carreira dos rangos, da gaveta, no esercito de Napoleão, são a grande maioria.
198:48
Pós, certo, diventar maresciallo de França toca a poucos, mas Napoleão disse também que um capo é um venditório de esperanças.
199:00
Poi, quem não se torna oficial, ser um soldado é uma posição reconhecida, se há direito à pensão. Os veterinários são mantidos, nascem os invadidos em Paris. São as pensões para as vedas, para os orfãos, para os feridos, um welfare que envolve centinaia de milhares de famílias, uma coisa inexistente em Europa. Os policiais são pagados bem.
199:24
são automaticamente compresos fra i notabili e então quando vão em pensiones recebem incarichi, pensiones, rendite. C'est essa contraddição que atravessa a França de Napoleão. Da uma parte, la gloire, o sonho da glória.
199:45
que inteira geração de jovens vivam como algo de verdade, em que credem profundamente. É uma testimonianza extraordinária, segundo me, de um dos poetas franceses de aquela época, Alfred de Vigny, nato no 1797. Então, ele fez toda a sua experiência scolastica, até 18 anos, sob Napoleão.
200:10
E Alfred de Vigny lembra, na escola, I maestri não smetevano de ler os bolletins da grande armada e a nossa grida de viva o imperador interrompevano Tacito e Platone. I nossos precetores somigravam a araldi d'armi, as nossas instâncias de estudio a caserme, as nossas recreações a manovre e os nossos esame a riviste.
200:41
Intere generações atravessam esse sonho.
200:45
Uma infância e uma adolescência passada pensando à glória incarnada da Imperador e que os espera todos.
200:54
E depois, como eu disse, com tradição, a glória. Poi, na final, o militar que vai em pensione pode esperar que, se vai bem, e de solito o obtém, fa a pergunta e o Estado lhe affida uma tabacheria, por exemplo.
201:13
E sobre isso, o extraordinário é que essa geração de jovens que fazem carreira sob o Napoleão é capaz de entusiasmar-se por sua glória e seus ideais, e de entusiasmar-se porque depois, enfim, todo mundo fica sistemado.
201:31
Tem uma letra de um ex-uficiente do exército do re de Sardegna, o Delanois, depois de um oficial, ele e o irmão, no exército de Napoleão, que expressa claramente essa coisa. Sentir. Avere o direito de partir quase a metade de todos os empregos civis.
201:53
Depois de um ato de tal generosidade, qual é o seu...
202:15
... ... ... ... ...
202:47
E poi?
202:49
E poi, però, ci sono anche quelli que mugugnano.
202:52
Ci sono anche quelli que trovano que vai tudo bem, mas esta faccenda é andada troppo oltre. L'impero. Que razza de farsa é?
203:02
Da quando é em cá?
203:04
E l'impero Napoleão, invece, lo prende muito sul serio. Napoleão tem os seus modos, tem o modelo de Carlo Magno.
203:12
Napoleão, quando faz erigir na Piazza Vandôme a coluna feita com o bronze dos canões inimigos presos à Austerlitz, teve a origem a ideia de colocar em cima uma estatua de Carlos Magno. Depois, a scanso de equivoce, faz colocar a sua estatua.
203:28
Mas, comunque, Carlos Magno é sempre presente. Quando se faz o encoronamento de Napoleão em Notre-Dame, vão estudar como foi feito o encoronamento de Carlos Magno. Cê é uma espada em qualquer museu que, segundo a tradição, era a espada de Carlo Magno. Se prende e se usará por l'incoronação. Não cê a corona de Carlo Magno, a fãn cercada em todos os museus, não cê. A fãn fabricada, mas como a corona de Carlo Magno. E depois?
203:55
E depois Carlo Magno é estado encoronado a Roma, em San Pietro, e o Papa gli ha messo a corona na testa.
204:05
Napoleão ci pensa um pouco su. O Papa ci quer.
204:10
E precisa explicar claramente ao Papa que aqui estamos di fronte a um novo Carlomagno testual. Por o Papa, eu sou Charles Magno. Poi, però, mudamos um detalhe.
204:23
Carlomagno se é scomodado a ir a Roma.
204:26
Em este caso, facemos scomodar o Papa que venga a París.
204:30
E depois Carlos Magno fez esse erro que se foi feito prender do Papa enquanto era em ginocchio e o Papa lhe fez em testa a corona com as suas mãos, dando assim ao mundo o impressione que é o Papa que decide quem deve ser imperador. Por isso, a scanso de equivoci, na coronação em Notre-Dame, o Papa é presente, é seduto, benedice, mas a corona Napoleão se mete em testa da só.
204:59
I suoi seguaci esultano.
205:02
Questo titolo, quello de imperatore, é europeo.
205:07
Vi pone al di sopra dei rei. Vi assimila a Carlo Magno. Però ci sono anche quelli que dicono ma cos'è questa buffonata? Napoleone a volte si ha l'impressione che lo sospetti lui stesso. Dopotuto un'altra delle sue massime è c'è solo un passo dal sublime al ridicolo.
205:27
E a cerimônia da encoronação em Notre-Dame é, da este ponto de vista, emblemática, imbilico entre o sublime e o ridiculo. com essa folha de maresciallos e de principios que, em geral, são todos os parvenus, são todos os poveres e grandes homens que tinham feito carriera com o seu merito, mas agora são bardados como se fossem de principios medievales, de maresciallos com uniformes grandiosos inventados do nada, desenhados aposta, incrédulos de ser ali.
205:59
incrédulo da fortuna que lhe é capitada e, em realidade, se piace dirlo, mas os primeiros são apenas ele e seus irmãos. Tanto é verdade que com o fratello Giuseppe, antes da incoronação, a Napoleão escapa de dizer se nosso padre ci vedesse.
206:22
E dunque? E dunque é uma faciata? É uma faciata de cartapesta? Em parte, sim. Fãn todos finta de acreditar. Fãn todos finta de ser d'accordo com a nova linha. E a nova linha, às vezes, é um pouco confusa, não é bem claro, mas precisa ser d'accordo, comunque. Cê é uma testimonianza de um dos grandes burocrata do imperio, o ministro da justiça, Molê, que dá a ideia de um mundo onde ormai ognuno, para fazer a sua carreira, é pronto a dizer de tudo. Nessuno fica mais atacado aos princípios. Si está a ver onde soffia o vento.
206:55
Quem fala é um ministro de Napoleão.
206:58
Ognuno, para fazer a sua carreira, finge de não ter capido ou de ser convido.
207:04
Nessuno fala mais segundo a sua consciência.
207:08
Os atei predicaram uma religião menzognera.
207:12
Os cristianos se ficaram de ser filosofos. Os republicanos falavam de monarquia.
207:19
Os sostenidores da autoridade assoluta vantavam ideias liberais. As vítimas da revolução faziam profissão de imparcialidade.
207:28
E os assassinos de Luís XVI lodavam as virtudes da sua vítima. Em este grande caos...
207:39
L'impero se revela, na verdade, uma construção davvero de cartapesta, de uma fragilidade paurosa. Isso se vê durante a campanha de Russia.
207:49
Durante a campanha de Russia acontece uma coisa que faz virem os sudores fredes a Napoleão.
207:53
Napoleão criou uma dinastia.
207:56
O rei de Carlo Magno serve também a isso. Ele esposa Maria Luisa, fez um filho, o re de Roma, título medieval, que serve a designar o futuro imperador.
208:08
Eppure, durante a campanha de russa, quando da russa começam a chegar a París, um dos oppositores mais acaníticos de Napoleão, o general Malé, o qual, sendo um oppositores impenitente de Napoleão, era internado em um hospital psiquiátrico, esce do hospital psiquiátrico, indossa a sua divisa de generais, se presenta alle prigioni facendo liberar outros oppositores do regime, dicharando que Napoleão é morto, prende os soldados, se faz acompanhar os soldados aos ministérios, arresta vários ministros.
208:51
Pós, naturalmente, vem fermado, smascherado e fucilado, mas o que conta é que, naquele dia, enquanto o general Malé arrestava os ministros, dicharando que o imperador era morto, os ministros que son riuscitos a escaparam são escaparados.
209:05
O prefeito da Senna começou a organizar um governo de emergência, o imperador é morto, republicano.
209:13
Assolutamente a ninguém é venido em mente de ir à imperatriz Maria Luisa e, como o imperador é morto, proclamando imperador o filho do re de Roma, como se não existesse.
209:30
Sabendo quanto é frágil este imperio, Napoleão naturalmente cerca de todas as partes o modo de reforçar ele. E outro modo para reforçar ele é a reconciliação com a chiesa. E também aqui, Napoleão é sido aclamado à época, provavelmente em modo muito sincero, como o homem que havia portado à reconciliação entre a França e o cristianismo. E também odiado, como aquele que havia afossado os ideais da revolução.
210:03
Em 1804 é sido coronado a Notre-Dame. Notre-Dame era stata chiusa por anos, sob a revolução.
210:10
Chiusa e consacrata. E as estatues dos re, na sua faculdade, tiradas e decapitadas. mas Napoleão l'ha fatta abrir, restaurar e consacrar. No 1802 se tem a grande cerimonia de consacração da Catedral de Notre-Dame.
210:30
E um dos presentes, um militares, os militares são os mais anticlericales, são os mais ostensos a esta svolta, um dos militares commenta uma bella capucinada, Mancavano só os cento mila homens que se foram fatos amassar cercando de sopprimir essa coisa. Ci crede Napoleão? Naturalmente, não.
210:54
Napoleão é vagamente deista, tem uma ideia de que tem um ser supremo, mas não é minimamente religioso.
211:02
Anzi, pensa que, na verdade, a Chiesa tem tudo para perder, a ser oficializada, reconhecida pelo Estado, perderá ainda prestigio.
211:11
Sabete cos é davvero o concordado?
211:14
É o vacino pela religião.
211:16
Tra 50 anos será disparado pela França. Este homem que acredita vagamente que forse um Dio existe, mas em qualquer caso nós não sabemos qual é, e então é impossível preocupar-se de mais tanto.
211:29
Este homem sabe, mas, que a religião é um potente instrumento de governo.
211:36
E aqui devo dizer que as citações de Napoleão são impressionantes sobre religião.
211:41
Se dovessi governar l'Egito, não avrei nenhum problema a far-me maometano. Eu não acredito às religiões, mas à ideia de Deus. Quem é que criou tudo?
211:54
E dunque se oscilla, é um homem pieno de contraddicções, l'avete bem visto, se oscilla fra o dire, no, algo deve ser, e o dire, comunque, a nós serve.
212:04
A religião é o que impedisce aos povos de assassinar os ricos.
212:14
de retorno da campanha de Egito, Napoleão não haverá dificuldade a dichiarar eu lá, eu disse que era um musulmano também eu. A minha política é de governar, discorso ao Consiglio de Estado, ano 1800, a minha política é de governar os homens como a maioridade quer ser governada. Fazendo-me cattolico, eu vinto a guerra em Vandeia, ou seja, a schiacciar a contro-rivolução das províncias profondamente cattolicas do Ovest.
212:44
Facendomi musulmano mi sono insediato in Egito. Se governassi il popolo ebraico, ricostruirei il Tempio di Salomone. E, in effetti, é tudo vero.
212:56
Ci sono le lettere di Napoleone ai notabili egiziani, ai capi religiosi egiziani, durante la campagna d'Egitto. Bonaparte allo sceico El Messiri.
213:09
Espero que não tarderá o momento em que poderá reunir todos os homens sagrados e instruídos do Egito e estabilir um regime uniforme, fundado no princípio do Corano, que são os solos veros e que só podem fazer a felicidade dos homens.
213:27
Como você vê, era um homem muito capaz de dizer a ciascuno o que desiderava sentire.
213:32
Mas, como sempre, tem uma pequena incertezza. Soto sotto quase ci credeva davvero.
213:39
Porque ainda a Sant'Elena dirá, as religiões são todas fundadas em miraculos, em coisas que não podemos entender, como a Trinidade. Jesus diz de ser filho de Deus, mas descende da Davide.
213:54
Preferindo a religião de Mahometto, é menos ridícula da nossa.
214:00
Detto, fra parentesi, almeno uno dos generales de Napoleão, o general Menuh, em seguido, tra l'altro, governador do Piemonte, se converte oficialmente ao Islam durante a campanha de Egito e rimará, fino à fine, um bom musulmano.
214:17
Allora, a este ponto, vedete, Tra a revolução e seus principios e seus ideais e o impero de Napoleão, a continuidade é evidente, sob muitos aspectos, e são evidentes os retornos indietro, os tradimentos, os pentimentos. O belo é que de tudo isso, o mundo fora da França não se rendeva assolutamente conto.
214:41
Para seus inimigos, Napoleão é sempre a revolução.
214:46
Nell'autunno del 1805, quando Napoleone invade l'impero austriaco, à vigília de Austerlitz, uma nobil donna tedesca escreve em uma letra.
214:57
São giuntos os tempos do apocalipse.
215:00
Robespierre, a cavalo, atravessa l'Austria.
215:05
O fato de que a cavalo colpis sempre muito, como você vê. Mas além disso, Robespierre, 10 anos antes, Napoleone estava davvero com Robespierre. Agora, sob certos aspectos, é agli antipodi, mas nos castelhos d'Europa se continua a bater os dentes ao seu nome e a imaginarlo pronto a metter su a ghigliotina e a ghigliotinare os nobili. E é também por isso que, com a França de Napoleão, a velha Europa das monarquias assoladas, e também das monarquias não assoladas, como a Gran Bretanha, não vai mais haver paz.
215:41
Em parte é um imenso equivo.
215:43
Napoleão teria podido criar um Estado que seria um fundamento do ordem europeu.
215:51
Em parte, se é rovinado da solo, porque não tinha sabido resistir, não queria rivalar à sua alta, continuava a dichiarar guerra à destra e à sinistra, mas em parte, em parte, em parte, é estado frainteso. Se é continuado a acreditar que a revolução fosse uma máquina que não se era ainda fermada e que continuava a voler se espalhar e a minacciar a estabilidade do mundo. Ele, de novo, em esteja contraditório, ele se considerava um homem destinado a, como dizer, portar a nação francesa aos vertigos da sua potência e da sua grandezza, E ao tempo stesso se considerava o homem destinado a reunir todos os povos de Europa em um único impero.
216:41
A dimensão europeia faz impressione ver ela hoje, porque tudo somente, como dizer, somos habituados a pensar que o ideal europeu seja uma coisa relativamente recente.
216:53
No discorso de Napoleão, a Europa é continuamente presente.
216:58
Quando parte pela campanha de russa, o seu ministro do interno e da polícia, Fouché, conta que Napoleão lhe disse que o meu destino não se é ainda realizado.
217:10
Devo completar o que é apenas aboçado.
217:13
Ci occorrono um código europeu, uma corte de cassação europeia, uma mesma moneta, os mesmos mesmos, as mesmas leis leis.
217:25
precisa que eu faça de todos os povos da Europa um só povo e de París a capital do mundo.
217:36
A Sant'Elena refletirá sobre este ideal que não é conseguido realizar.
217:41
L'Europa seria, na verdade, um só povo e ciascuno, viajando em qualquer país, se seria sempre encontrado dentro da patria comum.
217:54
Só que, naturalmente, em esta patria comum, seria um povo, a grande nação, que seria o irmão maior, e a quem outros povos deveriam ser grátis por benefícios recebidos. Fratele minori.
218:09
Napoleão, que sabe bem de ser fundamentalmente um italiano, mesmo se tenta de fazer o esquecer a todos, Napoleão é também re de Itália.
218:19
Ele construiu um regno de Itália. E esse regno d'Italia gode de todos os benefícios que a França lhe ha portado e, naturalmente, deve ser grata.
218:32
L'Italia.
218:35
No regno d'Italia Napoleão piaça um vice-re, Eugenio de Boarnet, e esse vice-re deve estar bem atento, porque l'Italia é um regno orgulhoso, glorioso, mas um fratello maior, anzi, uma sorelha maior, a França é guai a sgarrar.
218:52
Istruzioni de Napoleão ao vicere d'Italia. L'Italia é indipendente só graças à França.
219:01
Esta indipendência é o preço do seu sangue, da França, das suas vitórias. E l'Italia não deve abusar.
219:12
Como veem, não mancherem no passado os exemplos para descobrir o que deveria ser óbvio, que uma patria europeia comum, em que, mas, tem uma grande nação que faz um frateiro maior, rischia de se tornar impopolável. E assim, o ideal europeu de Napoleão coça com o fato que, na maior parte dos países europeus, em Spina, em Germania, em Russia, Na verdade, prevale a identificação entre esse regime moderno que porta leis novas, mais justas, eguagliança, progresso.
219:47
Mas a única coisa que se vê é que todas essas coisas são portadas pelas caixas de um esercito estrangeiro.
219:56
L'Italia é forse o único país onde, não obstante tudo, Não obstante o rancor, o risentimento, o dispiado por l'egemonia francese, mas, pelo menos para os jovens, na Itália, é tão forte a gratitudine por aquilo que, porém, os franceses têm portado, que a Itália, tudo sombato, até o último, permane fedele a Napoleão.
220:21
Em Itália não existe uma guerra de liberação contra os franceses, como existe em Spagna, como existe em Russia, como existe em Germania.
220:29
E em Itália, Vaterlo, significa um desastre, uma disfata. Naturalmente, isso não é, como dizer, sem contraddizioni. Pensate a Foscolo.
220:41
Foscolo faz suicidare o seu Jacopo Ortiz por uma delusão quando Napoleão tradiza Venezia cedendo-la à Austria.
220:51
Foscolo não esconde, certo, o senso de repugnanza por aquilo que fez Napoleão e por como a Itália é stata tradita.
221:00
Mas um ano depois, quando Napoleão está radunando o seu esercito, estamos no 1805, na parte da Manica, para invadir a Inglaterra, e o Reino de Itália manda uma divisão italiana a unir-se à grande armada para a invasão da Inglaterra, que depois não se fará, Hugo Foscolo se arruola como oficial, e é lá, ao campo de Boulogne, aos ordens do Imperatório.
221:25
Quem o sabe, forse o único fato que pela primeira vez há tantos séculos agora existe um regno de Itália, e que em Marenghi d'Oro era figurado Napoleão, imperador e re, e no bordo de Marenghi d'Oro cê escrito em italiano, Dio salvi l'Itália.
221:43
Forse isso contribui, como contribui também para os jovens italianos, o sonho, de glória.
221:49
Pensate a Fabrizio del Dongo, no romance de Stendhal, na Certosa de Parma.
221:56
E dunque, os italianos, em realidade, ficam enamorados de Napoleão mais dos outros povos de Europa. Os franceses se desamoram rapidamente. Quando Napoleão, em 1814, é confiado, é expedido à Isola d'Elba, a França, apparentemente, se adata subito ao retorno do re. Também de Napoleão se são estancados.
222:22
Mas depois, quando Napoleão escapa da Isola d'Elbe, ele se embarca em França, e o re é convinto que irá um regimento para arrestá-lo, e, em vez, os regimentos botam as armas e se engenoccham davanti ao seu imperador.
222:34
E as folle o aclamam. E este homem que é sebarcado quase da solo em Costa Azzurra, poucos dias depois, é a París, às Tuileries, e é de novo imperador dos franceses.
222:49
E a primeira coisa que se preocupa de fazer, como eu disse, oltre a escrever a todos os reis de Europa garantindo que ele não quer nada, não deseja nenhuma expansão, se acontenta das fronteiras estabilidas pelo Congresso de Viena, por isso ele quer só a paz.
223:05
Nessuna de essas letras receberá resposta. E os esercitos das grandes potências começam a radunar-se aos confins da França. E então, grande parte das energias de Napoleão são envolvidos a remédio um esercito e a enfrentar essa minaccia. Mas em quei cento dias, como eu disse, Napoleão faz também tempo a redigir uma nova Constituição.
223:28
L'acto aggiuntivo, l'acto additionnel. A redação é confiada a um intelletual, Benjamin Constant, Campione do liberalismo, que é um maravilhoso exemplo de como o povo francese reagiu ao retorno de Napoleão. Benjamin Constant, a notícia que Napoleão era fugido dall'elba, publicou um artigo no jornal denunciando Napoleão como um bandido.
223:53
Um mês depois, é a capo da commissione que redige a nova Constituição de Napoleão.
223:58
E é uma constituição muito liberada que alarga muito a representação e os direitos políticos. Por exemplo, nas pequenas comuns, eleição libera do sindaco, anziché nomina do sindaco da parte do Ministério do Interno, como aconteceu até então.
224:17
É uma escolha verdadeira, é uma finção verdadeira.
224:20
Quel velho escêntico de Fouché, capo da polícia, não acredita que Napoleão tenha mudado, que tenha aprendido os princípios do liberalismo.
224:29
Fouché é o pássaro de sempre.
224:33
Despo e ambizioso de conquista, como sempre.
224:37
Depois de que, depois de que, l'acta de Sionel vem votado, plebiscito, passa.
224:44
1.300.000, sim. Os estenidos, mas, são mais de 5 milhões.
224:49
pequena história, vamos concluir, pequena história relativa ao voto da nova Constituição.
224:59
L'esercito vota por alzada de mão, por aclamação, regimento por regimento.
225:05
Todos os regimentos, obviamente, votam compactos a favore da nova Constituição. C'est um único regimento, o primeiro regimento de infanteria leggera, o qual comandante é o colonel de Cubierre. O colonel de Coubière era um nobile do antigo regime, nato marquês de Pente de Coubière, mas foi aliado ao novo regime napoleonico, foi feito carreira sob Napoleão, foi sido nominado barone do impero.
225:34
Quando Napoleão volta da Elba e passa em ressegna aos regimentos, o primeiro leggero é comandado pelo colonel de Coubière, que realmente seria o comandante em segunda. O colonel não é presente.
225:47
Napoleone passa em revista em regimento, chiede, quem comanda?
225:51
Coubière faz um passo avanti e diz, sim, re, o comandante é o colonel de Bernonville, mas é malado.
225:59
Napoleone ribate, Bernonville não é de nós. Sete você, colonel de Coubière, que agora em depois comanderete o primeiro leggero.
226:11
Nota a modernidade, ou forse neanche a modernidade, é uma batuta novecentesca, não é de nós.
226:17
Estamos em um imperio ideológico, onde tem quem é com nós e tem quem é contra, e um colonnello que, ao retorno do imperador, se é dado malado para não ser presente na revista, não é de nosso, perde o posto. E depois, o 2 maio 1815, os soldados são chamados a votar a nova Constituição. E davanti ao primeiro leggero, schierado em piazza d'armi, o colonnello de Cubier dichiara que ele vai votar contra.
226:49
Porque essa constituição não é bastante democrática, não obstante se seja muito alargada, mas, diz que Cubierre, reserva ainda troppo poder ao imperador.
227:02
Por isso, ele, o colonel de Cubierre, invita os soldados do seu regimento a votar contra. O primeiro leggero
227:12
É o único regimento de todo o esercito a votar quase à unanimidade contra a Constituição proposta do Imperador.
227:21
Parece que se fosse uma única exceção, um capitão que vota a favor, dichiarando, amo de todo cuore o colonnello, mas em fato de Constituição não se não sabe quanto o Imperador, ele já fez várias.
227:38
Podem imaginar que Napoleão não é particularmente satisfeito do fato que o primeiro leggero votou quase com pato contra a sua proposta.
227:48
Os registros do voto de aquele regimento resultam depois smarridos em um certo ponto nos corredores do ministério. Mas o colonnello de Coubertia permane ao seu posto.
228:00
Recebe uma letra de Biasimo, mas não vem mandado via.
228:05
E poucas semanas depois será ferido a Waterloo, enquanto a testa do seu regimento dá o assalto ao castelo de Hugumon. Ecco, as contradicções do carácter de Napoleão são as contradicções de uma época, onde deveria ser dificilíssimo decidir se estou da uma parte ou se estou da outra, até se depois a requesta oficial era essa, vici se sei dei nostri.
228:28
Era dificilíssimo saber se estou da uma parte ou se estou da outra, quando na batalha de Waterloo se encontravam de fronte dois esercitos, onde, seja da uma parte, seja da outra, são todos convintes que estão combattendo por a liberdade. Na batalha de Waterloo, os uficiales franceses são convintes que estão combattendo por a liberdade, para salvaguardar as conquistas da revolução contra o velho mundo que o quer cancelar. E os uficiales ingleses e tedescos e holandeses do esercito de Wellington são convidados que estão combattendo pela liberdade para salvar os populares do tirano que nos últimos anos eles opressam.
229:12
E também esses uficiales ingleses que estão convidados que Napoleão é um tirano e que aquele dia abatam por sempre o poder de aquele tirano, Também, à ideia de Napoleão, ele vem um pequeno brivido. São testemunhas repetidas de como os uficientes ingleses, na batalha de Waterloo, onde rischiavam a pele, e tantos de eles foram mortos, e foi uma batalha extraordinariamente dura, em que, até último, o esercito inglese estava por ser confiado, E durante essa batalha, que é uma carneficina, que deixa algo como 20 mil mortos, para não falar dos feridos, dos mutilados, em um dia de batalha, durante essa carneficina, de vários oficiales ingleses, nós sabemos, porque l'hão depois escrito nas suas letras nos dias próximos, que a grande preocupação era, mas não é que eu consigo ver o Napoleão?
230:13
Sir Huss e Vivian, comandante de uma brigada de Ussari.
230:17
Avevo o canocchiale e sono bastante seguro de ter visto.
230:21
É stato antes que começasse o atalho, com um grande segredo de oficiales, cavalcava em mezzo à coluna que se estavam schierando davanti a nós, em mezzo à grida de vive l'empereur.
230:35
Guardando através do canocchiale, mi é sembrado de conseguir distinguir o pequeno eroe. E, em verdade, são quase seguro. Olha o pequeno eroe. Napoleão era de estatura normal.
230:52
Mas as estampas satiricas inglesas representavam como um anerotelo. E os ingleses haviam visto só aquele.
230:59
Um outro oficial, o capitão Mercer, escreve depois a casa, diz, não lhe visto.
231:06
Eu esperava até o último. Sentiu a brama de ver Napoleão.
231:12
Quel poderoso homem de guerra.
231:15
Quel genio estupefacente que havia empiado o mundo com a sua fama. O pequeno eroe. Quel genio estupefacente. E esses são seus inimigos.
231:29
São aqueles que voavam destruir ele, convintes que seu nome fosse sinônimo de tirania e de schiavidão.
231:36
Capete como é difícil dar uma versão unilaterada de Napoleão?
231:43
E capite também porque eu não tenho certo podido fazer isso hoje. Obrigado.